
O Diretor da CTB defende o fim da jornada de trabalho 6x1, apresentando um estudo que aponta a exaustão física e mental, além da falta de perspectivas de futuro para os trabalhadores submetidos a esse regime. Ressalta o papel das centrais sindicais e a importância da mobilização popular, que se iniciou no Rio de Janeiro, para pressionar o Congresso Nacional pela extinção dessa escala e a adoção da jornada 5x2, garantindo mais tempo para a vida pessoal, o convívio familiar e o lazer.
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