
O Presidente da UGT defende a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial e sem períodos de transição. Argumenta que o debate não é ideológico, mas focado na qualidade de vida e na convivência familiar dos trabalhadores. O orador contrapõe discursos de que a medida prejudicaria a economia, destacando o crescimento do PIB e a produtividade brasileira desde 1988, e critica a escala de trabalho 6x1, associando a resistência patronal a uma mentalidade escravocrata histórica.
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