
O participante defende a importância de considerar a perspectiva do território e da comunidade em projetos de mineração urbana. Argumenta que, embora a mineração possa contribuir para o PIB e a soberania nacional, é crucial avaliar os impactos sociais, ambientais e na qualidade de vida dos moradores locais. Destaca o papel fundamental de instituições de pesquisa, como o Instituto Federal e a Unifal, no monitoramento desses projetos, garantindo a presença do Estado como contraponto aos interesses estritamente privados das mineradoras.
O participante propõe a criação de um centro de estudos ambientais em mineração, destacando a necessidade de monitoramento da qualidade do ar e impactos ambientais em uma região habitada, além da capacitação profissional por meio de novos cursos técnicos e acadêmicos.
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