
O Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC) critica a política de transformação ecológica do governo federal, argumentando que os mecanismos atuais, como a taxonomia sustentável e o uso de recursos do petróleo, favorecem setores da velha economia em vez de promover uma transição real. A entidade aponta a drenagem de recursos públicos, a falta de governança sobre subsídios e as limitações impostas pelo arcabouço fiscal como entraves para o financiamento da sociobioeconomia e o enfrentamento de desafios climáticos.
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