
O Presidente - Associação Brasileira de Jogos argumenta que as pesquisas sobre gastos em apostas esportivas partem de premissas equivocadas ao não diferenciarem o gasto em apostas (que gera retorno financeiro) do gasto em entretenimento puro, como serviços de streaming ou videogames. Ele defende a migração de apostadores do ambiente ilegal para o legal, a fim de garantir maior controle, segurança e arrecadação tributária, destacando que a atual tributação direta de 3 bilhões é subavaliada por desconsiderar todo o ecossistema de serviços da cadeia. Por fim, pede um ambiente regulatório mais amigável e previsível para incentivar a vinda de empresas ao mercado brasileiro.
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