
O Presidente - Federação Nacional dos Sindicatos Estaduais dos Servidores dos Detrans Estaduais, Municipais e do DF - Fetran discute a importância do rigor na formação e avaliação de condutores para a segurança no trânsito. O representante enfatiza que a avaliação deve identificar ineficiências para evitar sinistros, questionando a eficácia dos exames atuais e a responsabilidade civil do Estado. Ele alerta para os riscos de permitir que candidatos mal preparados circulem em vias de grande movimento e critica a falta de infraestrutura e proteção aos examinadores, destacando prejuízos financeiros causados pela ausência de duplo comando nos veículos durante os testes.
O Presidente da Federação Nacional dos Sindicatos Estaduais dos Servidores dos Detrans Estaduais, Municipais e do DF defende a mudança terminológica de "acidente" para "sinistro" no trânsito, ressaltando o risco real inerente à atividade. O orador critica a fragilização dos mecanismos de segurança, como o duplo comando, citando um caso grave ocorrido em Goiás envolvendo óbitos, e aponta o sucateamento da formação de condutores e a perda da capacidade de fiscalização sobre autoescolas e instrutores, o que compromete a segurança viária.
O Presidente - Federação Nacional dos Sindicatos Estaduais dos Servidores dos Detrans Estaduais, Municipais e do DF - Fetran defende a padronização dos serviços dos Detrans em âmbito nacional, ressaltando a necessidade de maior investimento em tecnologia, concursos públicos e valorização da carreira dos servidores. O representante critica a precarização das atividades, a terceirização indevida de funções típicas de Estado e a falta de integração sistêmica entre os órgãos de trânsito, que prejudica a segurança pública. Argumenta que a modernização deve ser conduzida pelos próprios servidores, qualificando-os como auditores e fiscais, em vez de delegar serviços estratégicos para a iniciativa privada.
O Presidente - Federação Nacional dos Sindicatos Estaduais dos Servidores dos Detrans Estaduais, Municipais e do DF - Fetran discursou sobre a importância da segurança viária e a necessidade de valorização dos servidores dos Detrans. Criticou a interferência política nos órgãos, a terceirização de serviços de vistoria, a fragilização de normas de formação de condutores e a precarização das condições de trabalho, que resultam em riscos aos profissionais e aumento de custos para a saúde e previdência. Defendeu o fortalecimento institucional dos Detrans e a aprovação do PL 4172/2023 para regulamentar a segurança viária.
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