
A consultora e educadora destaca a importância da educação como ferramenta para enfrentar os desafios impostos pelo ambiente digital a crianças e adolescentes. Baseada em obras que discutem saúde mental e tecnologia, defende que a conscientização e a informação são fundamentais para contrapor a radicalização juvenil e os riscos do mundo online. A consultora enfatiza que o acesso à tecnologia sem o devido preparo educacional configura uma negligência, sugerindo uma atuação paralela entre a criação de legislações específicas e o letramento digital do público infantojuvenil.
A consultora e educadora aborda o fenômeno da misoginia e da violência online, baseando-se em obras de Laura Bates e Hugo Monteiro. Ela destaca como influenciadores digitais promovem discursos de ódio e misoginia, inclusive incentivando comportamentos violentos contra mulheres e a naturalização de crimes. Com o apoio de dados de pesquisas, argumenta que esse conteúdo online se traduz em violência presencial, afetando especialmente jovens e adolescentes. Defende a necessidade de uma educação voltada para a equidade e o respeito nas escolas como contraponto à influência nociva das redes sociais.
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