
A Chefe da Assessoria Especial de Comunicação do Ministério das Mulheres defende a aprovação de projeto de lei que criminaliza a misoginia. Ela argumenta que, embora não seja a única solução, a medida é fundamental para enfrentar a banalização da violência, o discurso de ódio contra as mulheres na internet e a pedagogia do ódio que coage jovens e meninos, sustentada por falsas bases biológicas e religiosas que promovem a desigualdade e a submissão feminina.
A Chefe da Assessoria Especial de Comunicação do Ministério das Mulheres analisa a estrutura da misoginia digital e da violência online contra mulheres. Defende que o discurso de ódio não é espontâneo, mas uma estratégia organizada e intencional, muitas vezes monetizada e camuflada sob o pretexto de humor ou liberdade de expressão. Destaca a importância de se debater marcos legislativos para proteger grupos vulneráveis e ressalta que a neutralidade da internet é um mito, sendo um ambiente construído sobre relações de poder históricas que perpetuam a desigualdade.
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