
A Codiretora executiva da Organização Olabi defende a implementação de educação digital e letramento midiático para que a população compreenda o funcionamento de algoritmos e plataformas, evitando a manipulação por vieses. Defende que o Brasil assuma o protagonismo como produtor de tecnologias, em vez de apenas consumidor de ferramentas com modelos de engajamento predefinidos. Por fim, enfatiza que misoginia e desumanização não são opiniões, mas formas de violência que exigem um enfrentamento coletivo, democrático e urgente.
A Codiretora executiva da Organização Olabi discute a relação entre o discurso de ódio e a violência contra a mulher, enfatizando como a arquitetura das plataformas digitais e seus algoritmos de recomendação amplificam conteúdos misóginos para maximizar o engajamento e o lucro. A oradora defende a necessidade de políticas de transparência, proteção por design e letramento digital, argumentando que a regulação deve ser acompanhada por uma mudança estrutural no modelo de negócios das tecnologias e maior diversidade na criação dessas ferramentas.
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