
O Gerente de Comércio Interno de Combustíveis de Aviação da Petrobras explica que o país não possui autossuficiência em querosene de aviação (QAV), importando entre 20% e 30% do mercado. O gestor pontua que a estratégia de maximizar a produção de QAV impactará na necessidade de importação adicional de diesel, estimando que o volume médio combinado de importação de derivados médios em 2025 atingirá 1,5 milhão de metros cúbicos por mês.
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