
A Psicóloga e Coordenadora Técnica - Lar de São José destaca a importância de escutar com responsabilidade os jovens em acolhimento, transformando suas dores em oportunidades de melhoria das políticas públicas. Aponta falhas graves na legislação vigente sobre a "mãe social", classificando a escala de trabalho como excessiva, o que compromete a qualidade do cuidado oferecido aos jovens. Ressalta a necessidade de manter o vínculo familiar dos acolhidos, mesmo quando a reintegração não é viável, e defende que o cuidado deve persistir após a maioridade, substituindo o sentimento de pena por políticas públicas consistentes.
A Psicóloga e Coordenadora Técnica - Lar de São José defende a necessidade de políticas públicas robustas para o acompanhamento e transição à vida adulta de jovens egressos de serviços de acolhimento institucional. Ela critica a invisibilidade desses indivíduos, o estigma social que enfrentam e a descontinuidade do cuidado ao atingirem a maioridade, destacando que a autonomia deve ser construída gradualmente com suporte estatal e social.
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