
O representante da Aldeias Infantis SOS defende a necessidade de políticas públicas efetivas e investimentos para crianças e adolescentes em serviços de acolhimento. Ressalta que, desde 2010, não ocorre uma revisão no financiamento desses serviços e enfatiza a importância de ouvir os jovens para garantir sua dignidade e autonomia, criticando a omissão do Estado que, ao retirar menores de suas famílias, não pode permitir que eles sejam entregues à vulnerabilidade das ruas.
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