
A participante defende a redução da jornada de trabalho e critica a escala 6 por 1, destacando que essa modalidade aprofunda desigualdades, especialmente para mulheres e trabalhadores rurais. Defende que a redução da jornada não deve implicar em perda salarial, deve incluir o tempo de deslocamento como hora trabalhada e deve ser implementada imediatamente, sem períodos de transição, dado o histórico de desigualdade e exploração do país.
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