
A Perita Criminal/PCDF e Coordenadora-Geral de Modernização Tecnológica SENASP/MJSP defende a distinção entre liberdade de opinião e agressão misógina. Defende que a lei deve proteger todas as mulheres, inclusive aquelas que divergem politicamente. Aponta a falha do Estado em identificar e agir diante de sinais de violência simbólica e misoginia que antecedem o feminicídio. Argumenta que o foco exclusivo no encarceramento não resolve a causa raiz, propondo uma abordagem multidisciplinar que envolva educação, saúde e regulação. Alerta que o número de feminicídios tende a aumentar à medida que as mulheres se empoderam e rompem ciclos de violência, enquanto os homens não são educados para compreender que as mulheres não são sua propriedade.
A Perita Criminal/PCDF e Coordenadora-Geral de Modernização Tecnológica SENASP/MJSP defende a importância da criminalização da misoginia, apresentando evidências de como a cultura de ódio online, impulsionada por algoritmos e monetizada, está diretamente vinculada a crimes de feminicídio. Com base em sua experiência profissional em locais de crime, ela demonstrou, por meio de registros de redes sociais encontrados em cenas de assassinato, que o discurso misógino não é apenas subjetivo, mas uma prática materializável que estimula a violência física real contra mulheres.
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