
A pesquisadora e assessora no Ministério da Saúde aborda a violência política contra mulheres parlamentares e a necessidade de identificar a violência de gênero em suas formas invisíveis, como a psicológica e patrimonial, que precedem a violência física. Destaca a importância do letramento sobre o enfrentamento à violência nos espaços de educação e alerta para as falhas na educação dos meninos, frequentemente influenciados pelo comportamento na internet e por famílias e escolas exaustas. Propõe a valorização dos trabalhadores e da educação como caminho para combater a violência e ensinamentos sobre consentimento.
A pesquisadora e assessora no Ministério da Saúde discursa sobre a urgência de combater a violência contra a mulher e o feminicídio, citando o recente resgate de uma vítima na Serra do Rola-Moça (MG). Defende a criminalização da misoginia como medida essencial para nomear e enfrentar crimes de ódio. Argumenta que a punição, embora necessária, não é suficiente, propondo abordagens interdisciplinares, educação e a responsabilização das plataformas digitais (Big Techs) na disseminação do ódio. Destaca, ainda, a eficácia de grupos reflexivos para agressores, como o projeto Dialogar, para reduzir a reincidência e enfrentar as raízes culturais da masculinidade hegemônica.
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