
A Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres do Ministério das Mulheres defende a necessidade de leis que classifiquem a misoginia como um crime letal e estruturante na sociedade. O discurso enfatiza a importância de deslocar o foco da culpa das vítimas, questionando a forma como o machismo e o racismo sustentam as desigualdades de classe e a monetização do corpo feminino. Defende que é fundamental que homens agressores sejam responsabilizados e que o Estado garanta recursos e estratégias para transformar a realidade social e combater a violência estrutural.
A Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres do Ministério das Mulheres discute o enfrentamento ao feminicídio e à misoginia no Brasil. Aponta falhas no sistema de segurança e justiça, destacando que 70% das vítimas de feminicídio não buscaram ajuda por falta de suporte. Defende que a solução não é apenas a proteção das mulheres, mas a desconstrução cultural e institucional da misoginia. Propõe a atuação coordenada entre os poderes da República e a inclusão do tema na grade escolar para formar novos valores.
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