
O Presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) agradece a presença de diversas entidades e servidores, destacando o papel das associações no controle de qualidade da autarquia. Defende a valorização dos servidores e a convocação do cadastro de reserva. O discurso dedica uma homenagem póstuma ao professor Rex Nazaré Alves, ressaltando sua atuação fundamental na gestão da CNEN e na resposta ao acidente radiológico ocorrido em Goiânia. Por fim, presta homenagem à professora Helen Khoury, pelo seu trabalho acadêmico e de preservação histórica na área nuclear.
O Presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) agradece as palavras de um colega e ressalta a forte parceria e a proximidade geográfica entre a CNEN e o CBPF. Ele destaca a relevância institucional do CBPF para o desenvolvimento científico e tecnológico do País.
O Presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) destacou o uso de técnicas nucleares na restauração de documentos e objetos históricos, mencionando a recuperação de um importante documento da América Latina pelo IPEM, além de reforçar o compromisso com o setor nuclear brasileiro.
O Presidente - Presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) detalha a aplicação de tecnologias nucleares na preservação de bens culturais, especificamente no combate a fungos em obras de arte.
por aqui antes. Eu fiz uma breve apresentação, não tão breve. Mas eu vou pegar... 5 dos 10 minutos. dos meus colegas. Também posso. tá? Mas antes eu queria fazer um comentário, agradecer a presença do secretário André. egressos da mesma escola em Niterói, onde fizemos o ensino fundamental. É uma satisfação muito grande trabalhar com a secretária Andréa. Eu queria falar que a política de gênero da Quiney Não é por gênero, é por competência. Obrigado. Nós temos aqui a doutora Isolda, diretora do IPEM, e eu tenho aqui a doutora Menônia, diretora do Centro de Envelhamento de Tecnologia do CA, que é um centro envolvidíssimo, por exemplo, com uma discussão hoje muito atual de terras raras, de nióbio, de grafeno. Então, estou bem ladeado aqui na minha função hoje de representar aqui, juntamente com... Pedro Mafia... diretor de gestão institucional, e o Wilson Calvo, diretor de pesquisa e desenvolvimento, e o Marcos do... da Anaim. Muito obrigado pela presença. Então, agradeço a presença de todos, deputado Júlio Lopes. Deputado... Inácio. E eu queria... falar um pouco da Comissão Nacional de Nucleares, esse histórico. Vou tentar ser rápido, porque é muita história, deputado. Mas é importante, gente. 70 anos, eu chamo de que nem 7.0. É um bom tempo. Então, por favor, você pode me ajudar aí, seguir com... fazer um histórico, tá? posso ficar ali que aí eu evito um toxicólogo mais para frente né E aí Tá bom. Se ele passar para mim, eu acho que é melhor. Pode ser? Tá bom. Obrigado. Obrigado. Por favor. Obrigado. A discussão de energia nuclear começou no mundo em 1946. após a Segunda Guerra, o uso Não, das bombas atômicas, que foi um início ruim. Mas, logo em seguida, a ONU resolveu promover uma discussão para avaliar a utilização da energia nuclear, para fins pacíficos. Então, se constituiu uma comissão das Nações Unidas, em 1947 teve a primeira conferência das Nações Unidas em Energia Nuclear, que foi presidida pelo almirante Álvaro Alberto, professor da Escola Naval, e que fez uma série de colocações a respeito de como o mundo devia conduzir a governança dessa energia. Inclusive, foi o professor Álvaro Alberto que propôs a criação de um organismo internacional para a governança do setor, o que veio a ser feito dez anos depois com a criação da Agência Internacional de Energia Atômica. mas ideia discutida, promovida pelo professor Alvaro Alberto, quando ele presidiu a conferência da ONU em 1947. Depois, em 1957, se criou a agência... Em 1954, nós tivemos o primeiro engenheiro nuclear do mundo, o professor Ervaz de Carvalho, A Universidade Carolina do Norte abriu o primeiro curso de doutorado em engenharia nuclear. Estudantes do mundo inteiro se inscreveram nesse curso, mais ou menos 50 estudantes. E o primeiro a concluir a sua tese, apresentar e defender, foi o professor Ervasio. E a universidade enviou uma carta para o governo brasileiro dizendo exatamente isso. Acabamos de emitir o primeiro diploma de engenharia nuclear do mundo. Nós temos esse diploma até hoje. e o Brasil ingressou desde cedo. O Brasil é um dos países membros fundadores da Agência Internacional de Energia Atômica. Tivemos várias pessoas participando desse processo desde o início. E, só para mencionar, mais recentemente, nós criamos a ABAC. No intervalo, eu vou falar sobre a que nem o setor nuclear brasileiro. A ABAC é uma instituição única no mundo. É uma parceria regulatória muito importante que foi firmada entre o Brasil e a Argentina para que os dois países garantissem que nenhum dos dois estava desenvolvendo artefato nuclear. Então, a Argentina fiscaliza o Brasil, o Brasil fiscaliza a Argentina, e isso é feito através dessa agência brasileira, brasileira e argentina, de contabilidade e controle de material nuclear, é o sucesso, o modelo mundial. A importância da Agência Internacional de Energia Atômica. A Agência Internacional de Energia Atômica tem três pilares, desenvolvimento, segurança nuclear e salvaguardas. salvaguardas é o controle para não proliferação, e a gente participativamente da... Semana que vem estarei indo lá, todo ano tem quatro reuniões da Junta de Governadores que discutem orientações para o mundo inteiro, que é aprovado na Conferência Geral, que se faz em setembro. Então, a agência tem um papel importantíssimo nesse contexto. Obrigado. um pouco institucional, vou passar mais para o nosso histórico, em 1952, Foi criado o Centro Nuclear, o CDTN, foi fundado em 1952 na Universidade Federal de Minas Gerais e hoje nós temos aqui a diretora, a Menônia, representando o centro. Em 1956 foi criado a QNEM, o CDTN não é anterior, então nós fomos criados em 1956, mas como uma unidade vinculada ao CNPq. Era o professor Alberto, que era o presidente, e ele entendeu que seria importante ter um corpo para discutir especificamente as questões nucleares, que é algo que estava acontecendo no mundo inteiro. Então, a Quiney é criada como Comissão Nacional de Energia Nuclear em 1956. Em 1957, entrou em operação o primeiro reator de pesquisa do Hemisfério Sul, no IPEM, o Instituto da doutora Isolda, que está lá operando até oito, hoje muito bem, Isolda. E a Quiney virou... Ah, depois. Em 1959, o primeiro radiofármaco produzido no Brasil, pelo IPEM, Constância, colega nossa, que faleceu esse ano, mas atuou esse tempo todo na coordenação dessa atividade de produção de radiofarm no Brasil. E, em 1962, a que nem é convertida à autarquia. Então, nós viramos uma autarquia federal de administração direta em 1962. Em 1965, inauguramos o reator Argonauta. O reator Argonauta foi o primeiro reator montado no Brasil, um reator de pesquisa. Ele é um projeto da Universidade de Argonne, do Centro de Argonne. Nós recebemos o... todo o projeto, e a Crenê juntou um conjunto de engenheiros E esses engenheiros, então, pegaram aquele projeto, transformaram, construíram o primeiro reator de pesquisa, integralmente construído no Brasil, por... profissionais brasileiros. E está aqui Dr. Cristóvão, diretor do IEM, Instituto de Engenharia Nuclear, comemorou 64 anos esse ano, estivemos lá na semana passada, e o reator Ganota está lá funcionando melhor do que nunca. Em 1974, se produziu o primeiro radiofármico em cícloto, no IEM também, em Cicluto, em 1974, bem no início. E depois, em 1987, nós anunciamos o domínio da tecnologia do ciclo do combustível, Foi quando nós anunciamos que, junto com a Marinha, desenvolveu o ciclo do combustível. A Marinha se dedicou mais ao desenvolvimento das centrífugas, que é uma tecnologia única do Brasil. A centrífuga é sustentada por mancais magnéticos, não é mancais mecânicos, então a eficiência energética é enorme. Isso é uma... Não é uma patente porque você não faz patente de um objeto desse. Ele é importante demais para ser patenteado. É guardado a sete chaves, o segredo das centrífugas. E é que nem desenvolveu lá no IPEM, junto com os outros institutos, todo o ciclo do combustível, exploração do urânio, beneficiamento, conversão em gás, depois reconversão para enriquecimento, A fabricação da pastilha, hoje a tecnologia da INB de fabricação de combustíveis, é fruto desse trabalho. Esse trabalho foi coordenado pelo professor Cidio Abrão. que era também um mestre. Voltando um pouquinho, em 1954, quando os Estados Unidos estavam montando, construindo o submarino Alto, o primeiro submarino nuclear do mundo, a primeira embarcação com reator nuclear embarcado, o primeiro a atravessar a calota polar, eles precisavam de uma substância que era o óxido de europio. 30 quilos. Nenhum laboratório no mundo, nem nos Estados Unidos, conseguia produzir essa quantidade. Onde que eles foram produzir? Na Urquimã, Uma pequena indústria química de São Paulo, coordenada por quem? Pelo professor Silvio Abrão. Ele foi contactado, ele produziu 30 kg de óxido de ornão e forneceu para o combustível do reator Norte. Então, tem uma impressão digital brasileira, lá naquele reator, naquele primeiro reator utilizado para a propulsão naval. Então, voltando aqui... após o anúncio desse domínio do ciclo, nós tivemos um acidente, uma tragédia, foi um acidente em Goiânia, um ato ilícito, Não foi um acidente operacional, foi um ato ilícito, o roubo de uma fonte, o rompimento dessa fonte. E é que nem atuou ali, durante três meses, 300 profissionais, é que nem deslocou para Goiânia, para fazer a limpeza do local. A série que está na Netflix, que é um sucesso mundial, Acidente e Emergência Radiológica, ela é verdadeira, ela representa uma boa parte do que aconteceu. O Márcio, o físico Márcio, que aparece ali como o profissional que identificou o acidente, ele trabalha com a gente até hoje, inclusive ele hoje é o coordenador da área de atendimento à emergência radiológica da CNEM, é o Walter, só que agora eu perdi um pouco o Walter para a mídia, porque ele não para de ser convidado para palestras no Brasil, no mundo, enfim. Mas o Brasil é um exemplo de sucesso com relação à solução que deu para os regentes, construímos um repositório... Acabou o meu tempo? construímos um repositório Abadia de Goiás, está lá muito bem inserido na comunidade, e o prefeito de Goiás fez um trabalho incrível, porque nós pagamos uma compensação financeira ao município pelo fato de abrigar um material radioativo, ocupa uma área do município que não pode ser usada por nenhuma atividade econômica. Então, a título de compensação, a gente paga um percentual, não é muito, porque é em função do ativo isotópico que tem ali, que é pequeno, a quantidade, o prefeito votou uma lei municipal ele destina esse recurso para bolsa de estudo. Então, ao invés de ficar na mão do prefeito, na prefeitura, ele entregou isso para a comunidade, dizendo: "olha, programa de bolsa de estudos para os estudantes do município". Isso é um exemplo fantástico. Nós vamos ter um evento na Conferência Geral da Agência Internacional esse ano, em setembro, e nós vamos levar o caso de Goiânia, aproveitando o sucesso da série, que é o sucesso mundial, e vamos contar como é que o Brasil lidou com essa situação, desde aquele momento até hoje. Enfim, então, superamos Goiânia, está ali o depósito de SES, foi inaugurado em 97, e em 2025 a nossa proposta é uma reestruturação com a criação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear. A Quilene tinha as duas funções, promoção, desenvolvimento e regulação, controle e fiscalização. Entendeu-se que era importante fazer essa separação. Então, hoje, a diretoria da Quilene, que era de Rádio Produção e Segurança, ela... foi separada e foi convertida em uma nova autarquia do setor nuclear, a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, e está atuando, a gente tem trabalhado juntos, no sentido de administrar essa separação, que não é simplesmente escrever no papel estar separado, não. Isso leva um bom tempo de entendimento... É, separação amigável, exatamente. Linha do tempo. Por favor, próxima. Aqui é que nem ela está no Estado do Rio de Janeiro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro e na nossa sede. Nós tínhamos também lá o Estudiar de Proteção dos Emitry e Coisa, que é vinculado à autoridade. Mas em São Paulo nós temos o IPEM, que está aqui a doutora Isolda. Em Minas Gerais, a Menônia, temos o CTTN. Nós temos, em Brasília, nós temos o escritório, fica ali no Centro Empresarial Varic. temos um escritório em uma das pétalas, para dar uma atuação local aqui. E nós temos em Recife o Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste, que está lá atuando, prestando serviço, produzindo radiofármacos para atender a região. E, em Goiânia, nós temos o Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste, Eu tinha visto... Ah, está aqui, o Almey, hoje, que é o coordenador geral, o diretor lá do centro. E o Briner, cadê o Briner? que é o diretor lá do Centro Regional do Nordeste. Então, a gente está com a equipe toda aqui participando dessa cerimônia. Então, onde a gente está localizada? O próximo, por favor. O setor nuclear brasileiro é bem amplo. Eu coloquei uma constelação, está ali, é que nem com os seus institutos, mas nós temos na Marinha a diretoria de tecnologia nuclear, nós temos a Amazul, temos a Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade, faz a parte regulatória de reatores embarcados, eletronuclear, autoridade nacional, Nuclep, NB, ANB-PAR, são instituições diretamente envolvidas com o setor nuclear brasileiro. E fora elas, tem todas as instituições que atuam na parte de aplicações, na área médica, na parte industrial, na parte de meio ambiente. Obrigado. O que fazemos, bom, é que nem desenvolve muita coisa, mas eu queria passar direto para exemplificar algumas aplicações que nós temos no país. Não só através da QNEM, mas através daquelas instituições e das outras que atuam no setor. Por favor, só para ilustrar um pouco a nossa... as aplicações. Na área médica, todo mundo conhece, nós produzimos no IPEM o Tecnésio, ele é responsável por mais de 80% dos exames de medicina nuclear, é importantíssimo. Estamos fazendo investimentos grandes para melhorar o nosso fornecimento. Inclusive, o nosso reatomo de propósito. Estamos construindo um reatomo de propósito para produzir localmente os radiosótipos, que são matéria-prima para os radiofarm, porque hoje nós temos uma dependência externa, nós importamos isso e é muito complicado, é uma logística muito complicada você importar um material que decai, que perde a sua energia. A gente diz que é a corrida do gelo, a gente compra um bloco de gelo na Sibéria, e chega aqui no Brasil uma forminha de gelo, porque ele decai e perde a atividade. Então, nós vamos superar essa deficiência com o reator multipropósito. A gente espera, esse mês de junho, nós vamos inaugurar o local onde vai ser o reator, já fizemos toda a obra de infraestrutura, e esperamos começar a obra do reator esse ano ainda, com recursos do FNDCT, que o MCTI tem acompanhado, Passo a passo, essa semana, terça-feira, eu tive uma reunião com a ministra, apresentei para ela o status do projeto e as nossas demandas orçamentares e a previsão de cronograma. Por favor. Acho que ninguém sabe, mas os nossos pneus são irradiados. A borracha, quando ela é irradiada, ela ganha flexibilidade. Então, praticamente, a indústria de pneus irradia 100% dos seus pneus. Então, os pneus do nosso carro são tratados por irradiação. Ninguém sabe disso. Então, a gente tem um produto melhorado a partir da radiação ionizante. Instalações industriais, toda parte de controle de... processos industriais, controle de nível, controle de densidade. A indústria do papel usa muito para controlar a gramatura do papel, usa medidores radioativos. Então, são aplicações generalizadas em produtos que são entregues para a sociedade. Temos escâneros de carga, ou seja, hoje a Polícia Federal utiliza escâneros, material radioativo, para fazer um raio-x do que está dentro da carga. Então, ao invés de abrir um container e olhar um a um, faz o scanner e tem uma imagem que tem ali dentro e vê se tem algo que mereça ser inspecionado. Isso ganha um tempo muito grande na logística de paralisação para verificação. Isso eu acho lindo. Processamento de radiação. Se a gente pegar um quartzo, tipo aquele clarinho ali, ou... pedras preciosas e irradiar, elas ganham brilho. O quartzo, por exemplo, se transforma completamente. Então, aquela pessoa que está ali usando uma pedra é minha professora de inglês. Aquilo ali é um brinco irradiado. Não? E hoje, 50% das joias produzidas no mundo utilizam pedras irradiadas. Porque a produção de pedra normal não daria conta da demanda. Então... é uma aplicação, o Brasil ainda não faz essa aplicação, nós temos aquela maneira de fornecer matéria-prima. A gente exporta os nossos cristais, candidatos a virar pedra semipreciosa para a China, A China irradia. agrega valor na casa de milhões de dólares e vende para a Itália, que é o maior produtor de joias do mundo. É uma cadeia produtiva que a gente devia desenvolver aqui no país, deputado. Vamos almoçar. Bom, processamento por radiação... Escova de dente, esparadrapo, fio para sutura, tudo isso é irradiado. Todo objeto que você compra na farmácia, que vem embalado em um plástico, aquilo ali foi irradiado. Porque irradia dentro do plástico, então ele fica esterilizado. Quando você abre, é que ele faz um contato com o meio e pode receber alguma contaminação por germe. Mas, praticamente, a Johnson & Johnson tem um radiador e a radia 100% da sua produção. O que mais? sangue, bancos de sangue irradiam sangue para esterilizar, eliminar microrganismos, e o sangue se preserva por mais tempo. E um projeto muito interessante que está sendo desenvolvido já há algum tempo lá em Recife, que é a irradiação de pele de tilápia para usar como curativo. Você irradia a pele, esteriliza e você põe queimadura, e ela gruda ali, é um curativo natural e só solta depois que a pele natural se recupera. Então, é uma técnica fantástica. É um negócio... Obrigado. Já, exatamente. Quando forem ao supermercado, procurem produtos embalados, embalagem fechada, deem uma olhada no rótulo, que vocês vão ver essa frase. É... componentes tratados por processo de radiação. Hoje a indústria de alimentos utiliza o processo de radiação para esterilizar seus produtos e ganhar tempo de prateleira. eles demoram muito mais tempo antes de deteriorar. temos isso no Brasil, temos uma indústria de radiação em São Paulo, que radia quase, você não tem demanda para agendar, um horário de radiação. Irradiação de alimentos frutas, olha só uma maçã irradiada, está ali linda, pronta para ser consumida, e do lado uma que não foi irradiada, tem acho que seis meses, cinco meses de... de idade as duas maçãs. Então, a irradiação de alimentos também dá um ganho de produtividade muito grande. E uma que eu gosto muito, que é e radiação de inseto. O que a gente faz com isso? A gente produz inseto estéreo. Então, nós temos no Brasil, lá em Juazeiro, ao lado de Petrolina, Então, está bem ali na divisa Bahia com Pernambuco. nós temos o que chamamos de uma fábrica de moscas. Nós produzimos mosca estéreo, que a gente libera na plantação de frutas, são só os machos que são irradiados, eles ficam estéreis, eles copulam com as fêmeas nativas e elas põem ovos estéreis. Então, a população de Mosca diminui. Você faz várias aplicações e diminui. desenvolvemos uma técnica que nós vamos utilizar agora para combater o Aedes aegypti, em Fernando de Noronha. É um projeto junto com a Agência Internacional de Energia Atômica. iniciar esse ano Vamos instalar um laboratório lá, nós vamos irradiar a Aedes aegypti, Vamos liberar na ilha para eliminar o Aedes aegypti, que chegou até a ilha e para tirar é muito difícil. Então, o processo de radiação, ele é muito eficiente, porque você evita usar... inseticida e tal, porque pode... para prejudicar a população nativa. Deputado, acabou meu tempo? Eu acho que eu acabei também, tá bom? Queria ilustrar aqui as aplicações. Desculpe, deputado, só mais uma que é linda. Claro. Antes disso, deixa eu...
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