
O professor destaca a dívida histórica do Estado brasileiro com a educação e com a população negra, resultante de séculos de um modelo educacional voltado à elite. Ressalta que avanços, como a obrigatoriedade educacional e o financiamento para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), ocorreram apenas devido à pressão social. Além disso, defende a importância da redução da jornada de trabalho (fim da escala 6x1) para melhorar a aprendizagem dos estudantes e a aprovação da PEC da reparação histórica como medida essencial para corrigir injustiças estruturais.
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