
O Secretário-Geral do Sinttel-BA, em depoimento, expressa preocupação com a situação crítica da empresa Oi, destacando a redução drástica no quadro de funcionários e a ociosidade forçada dos trabalhadores remanescentes. Aponta que a gestão atual, submetida a aprovações burocráticas do Rio de Janeiro, desestimula a execução de demandas produtivas, questionando se o processo de recuperação judicial não está sendo utilizado para sucatear a companhia. Defende a intervenção para salvar a empresa e os empregos restantes, criticando a falta de responsabilização dos gestores que levaram a maior empresa de telecomunicações do país à situação atual.
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