
O Presidente da Aliança em Prol da Área de Preservação Ambiental da Pedra Branca denuncia os impactos ambientais e os riscos da exploração de terras raras na região do vulcão de Poços de Caldas. Critica o licenciamento apressado, a falta de soberania nacional na exploração de minérios, o papel cartorial da Agência Nacional de Mineração (ANM) e o modelo econômico brasileiro centrado na exportação de commodities sem industrialização, defendendo o fortalecimento da regulação estatal e a proteção dos territórios.
O Presidente da Aliança em Prol da Área de Preservação Ambiental da Pedra Branca denuncia os impactos socioambientais e os riscos à saúde pública decorrentes de projetos de mineração de terras raras na região do Planalto Vulcânico do sul de Minas Gerais, destacando ameaças ao abastecimento hídrico, à vitivinicultura e ao turismo local, além do potencial passivo de contaminação radioativa.
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