
O Presidente da Rede pela Soberania critica a ausência de uma política de Estado para a exploração de minerais críticos e terras raras no Brasil. Argumenta que o país, ao contrário de potências mundiais e outras nações em desenvolvimento, carece de estratégias de controle, refino nacional e defesa de interesses geopolíticos, limitando-se à exportação de commodities. Defende um modelo de desenvolvimento pautado na soberania, na dignidade humana e na sustentabilidade.
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