
A Assessora de Projetos de Justiça Energética do Instituto Pólis destaca a abundância de estudos e levantamentos existentes sobre a transição energética, ressaltando que, embora o consenso internacional seja complexo, existem soluções disponíveis. Aponta a frustração da sociedade civil por nem sempre ver suas contribuições, feitas via consultas públicas e reuniões governamentais, efetivamente incorporadas às políticas. Defende a necessidade de medidas concretas, com prazos, fiscalização e metas claras, colocando a instituição à disposição para contribuir com o debate.
A Assessora de Projetos de Justiça Energética do Instituto Polis defende uma transição energética justa, redistributiva e focada na população vulnerável, destacando o impacto da pobreza energética, desigualdades de raça e gênero, e a necessidade de políticas públicas baseadas em dados e projetos solares comunitários.
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