
O parlamentar questiona as intenções da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde em relação à Comprev, alertando que o desmonte e a subordinação técnica desta estrutura à influência política do Ministério da Saúde representam um risco para a saúde pública brasileira.
O representante da Afinca expressa preocupação com a centralização de competências do Instituto Nacional de Câncer (INCA) no Ministério da Saúde, argumentando que isso ameaça a independência técnica da instituição. Defende que a prevenção e o controle do câncer devem ser políticas de Estado, e não de governo, destacando que a perda de autonomia pode submeter o órgão a interesses comerciais de empresas farmacêuticas e indústrias de alimentos ultraprocessados. Ressalta a necessidade de manter o quadro técnico qualificado via concurso público para garantir a excelência na pesquisa e no combate à doença.
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