
O representante - Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) discute a crise climática como um fenômeno decorrente do sistema capitalista e do patriarcado, ressaltando o impacto desproporcional sobre mulheres negras, indígenas, quilombolas e camponesas. Defende a adoção do feminismo camponês e popular e da reforma agrária popular como estratégias fundamentais para combater o lucro predatório, promover a soberania alimentar e garantir a justiça climática por meio da resistência e práticas agroecológicas nos territórios.
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