Juarez Oliveira Sampaio

Juarez Oliveira Sampaio

professor substituto - Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília

Últimos Discursos

10 de jun, 16:37

COMISSÃO DO ESPORTE

Resumo Inteligente

O professor substituto da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília parabeniza a iniciativa do encontro promovido pelo Deputado Federal Danrlei de Deus Hinterholz. O orador coloca a instituição à disposição para mediar demandas relacionadas a projetos inclusivos, destacando sua experiência com o projeto "Brincando e Aprendendo", que promove a integração de pessoas com diferentes perfis.

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10 de jun, 15:21

COMISSÃO DO ESPORTE

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Bom dia, boa tarde a todos e a todas. Eu estou aqui só fazendo a... Vocês me ouvem bem? compartilhar aqui o Fui, slide. Pronto, vocês estão vendo o slide? Me ouvem bem? Oi? Alguém pode responder? Sim, estamos te ouvindo bem, pode continuar. Obrigado, porque sempre a tecnologia tem algumas falhas. Inicialmente, eu gostaria muito de... de saudar o proponente dessa audiência pública, o deputado federal da lei, E... também dizer que eu assisti vários jogos, né, da época que você era goleiro, É... o imortal tricolor denominado Grêmio, né? Então, é uma honra estar por aqui. debatendo esse assunto, É... Agradecer pelo convite. Em nome do deputado, saudar todos que estão aí presentes na audiência pública, os componentes da mesa que fizeram belas exposições. É? E entrar num assunto que tem muito a ver com a minha... a minha vida de estudo, de trabalho, que é o autismo, né? Então, eu trouxe aqui alguns questionamentos, algumas perguntas, algumas especificidades do trabalho que eu desenvolvo, e no final pensar um pouco na política pública. Então, o título é bem, bem, muito chamativo. O papel das práticas esportivas no desenvolvimento das pessoas com síndrome de Down, e com o transtorno espectro autista. Ou seja, esse título remete, inclusive, a um estudo que o grande autor soviético, que é muito contemporâneo hoje, o Vygotsky, que é um dos pilares do currículo em movimento aqui do Distrito Federal. Ele estuda como as pessoas se desenvolvem, E ele propõe naquela época, década de 30, um estudo que virou um clássico, né? o jogo o brincar numa perspectiva inclusiva que hoje a gente tem muito trabalhado. Então, no meio dessa frase, o papel da prática esportiva A gente colocaria o papel do brincar no desenvolvimento de pessoas, como autismo, com o sistema digital, e pessoas em geral. Então, isso é um clássico... e o título demonstra também que a prática esportiva aqui pode ser brincar, jogar, lutar, são diversas manifestações da cultura corporal. Obrigado. E a gente começa essa discussão, acho importante, pensando numa frase que Vem, vem. sempre me acompanhando, a forma como a sociedade compreende a deficiência remete à forma como as pessoas com deficiência são tratadas nessa sociedade eu passo daqui porque O trabalho que eu tenho realizado e comecei lá nos anos 2000, na época que que a gente não via a pessoa com deficiência nos grupos heterogêneos, na escola principalmente, né? Porque a concepção de... a concepção que... de inclusão, que você põe a criança do lado da outra que não é, uma pessoa com deficiência, ela é recente para o nosso país, né? É bem recente. Então, a pergunta é, como... São compreendidas as pessoas com deficiência na sua própria casa, no bairro, no prédio onde mora. são excluídas, são segregadas, como que está isso? Porque o processo de desenvolvimento é necessário dessas relações sociais. Como está a pessoa? Como a pessoa com deficiência está sendo recebida pela escola, na educação básica, no ensino superior e na graduação? Ela é acolhida... Ela é aceita ela é segregada, Porque eu estou começando essa discussão a partir da pessoa com deficiência em geral. Essa associação entre autismo, síndrome de Down, deficiência intelectual e outras, comorbidade, é algo que que tem sido bastante comum na minha prática, inclusive. Então, como que a gente pode pensar esses espaços institucionais que são desenvolventes, Como está? Como que é compreendido... a criança com deficiência nos espaços de lazer. Como ela compreende? Nos clubes, na academia, nas praças, nas ruas... O seu filho, ele é acolhido? nesse momento livre de lazer, que não é pago, E quando você... Leva o seu filho para fazer uma oficina de futebol, basquete. de lutas como que ele é recebido ele ele é segregado ele excluído Então, Eu acho importante os projetos, os programas que trazem o esporte para síndrome de Down, o esporte para autismo, eles são muito importantes, nós temos que aumentar esse número de projetos, nós temos que pensar como a gente pode ocupar os projetos que já existem, Então, nós estamos aqui hoje numa discussão importante que envolve Estado e sociedade, O Fábio representa aqui a Secretaria nacional do para-desporto, né? e ele é o formulador de política pública, ele tem que ser pressionado por nós, inclusive por essa mesa aqui que tem A sociedade civil pressionando. Ou seja, eu queria pegar os meus alunos que estão comigo nos meus projetos, de inclusão. trabalham junto com meninos e meninas que não são pessoas com deficiência, queria... que eu levar esses meus alunos aqui em Brasília, moro aqui em Brasília, para as oficinas de futebol que nós temos aqui no Campo do Lazer. de natação, de fôleibol, mas quando você chega a um clube, por exemplo, que é um espaço de lazer legítimo, até inclusive pago, eles dizem, não, nós não temos apoio suficiente Então, vamos para a natação, porque a natação é um esporte individual. Então, é uma preocupação que eu tenho nos meus estudos, e tenho feito essa militância tentar já nos espaços que existem as oficinas a gente insira nossos estudantes, nossos filhos nesses espaços. Bem? porque essas iniciativas, elas são muito importantes, né? Eu achei aqui a fala da Kátia muito importante como vocês têm... uma intervenção que extrapola a região de vocês e buscar trabalhar esse coletivo né mas não precisamos entrar em outros espaços além desses nossos próprios. Essa é a nossa batalha. Então, a forma que a sociedade compreende a pessoa com deficiência é a forma que ela é tratada. E no trabalho? Como é que está o nosso estudante, nosso filho no trabalho também? São questões importantes para pensar. na forma como intervir sobre a pessoa com deficiência. Então, nós estamos aqui no eixo da política e da ciência. Esses exércitos têm que se unir. Nós estamos aqui debatendo, eu estou aqui... dizendo que nós temos propostas, como já tem várias propostas aqui de intervenção, que o Estado... Ele age em função dessa pressão que nós fazemos. Eu estou aqui falando, inclusive, para o Estado, né? Pensar nesses projetos, porque eu trabalhei muito tempo no TELP, no programa de esporte da cidade, que era um projeto muito grande, ele ainda existe, mas já teve proporções maiores, e atendia pessoas com deficiência, mas também nós tínhamos um programa específico para a pessoa com deficiência e o programa pessoas com desenvolvimento típico. Então, como pensar a política? expandir para espaços em que as pessoas podem conviver. Ma'am? as diferenças podem conviver. Grupos heterogêneos podem acontecer. Então, essas concepções... sobre a pessoa com deficiência, elas foram forjadas durante esse período histórico. A pessoa com deficiência já era, em determinado momento da vida, É explicada, não pela razão, explicada pela... pelo místico, pelo religioso Ela é explicada... era como uma pessoa é uma pessoa que encarnou um espírito né explicações que justificaram, inclusive, naquela época... Né? em tempos remotos, o próprio assassinato das pessoas diferentes. A gente também foi explicado, as pessoas preficientes aí, foi explicada a partir pela fé. a partir da fé. Não pela razão. que tinha um misto ali de caridade, de assistencialismo, de acolhimento, Então, essa era que nós passamos, ela ela foi superada nós temos nós estamos em outro momento da história Sim. foi forjado nessa essa derrocada do feudalismo. colocou a fé como explicação da deficiência do mundo dos homens das pessoas do universo ela foi derrotada pela ciência a ciência Hehehehe. passa a explicar. inclusive foi importante para essa sociedade que nós temos hoje, a sociedade capitalista precisava da ciência lá no século XVI, XVII, XVIII, para... para produzir para socializar a produção e a ciência passa a explicar a vida... o universo, as nações sociais, e passa a explicar o corpo e a deficiência. Então, esse é o modelo que nós temos hoje, hegemônico. Modelo médico biológico. né da era moderna ele é contemporâneo ele é forte graças a ele nós temos os diagnósticos. Então, esse modelo... que vê o déficit, a normalidade a patologia, a incapacidade, Ele criou o diagnóstico, o tratamento prognóstico com limitação. Por quê? Porque... eles percebem a deficiência, percebem o problema, o defeito, isso É importante dizer, porque nós estamos trabalhando aqui na perspectiva de relação Estado-sociedade. Porque quem é que vai... formular política pública o estado quem vai provocar esses pais estão aqui hoje historicamente essas mães que tiveram seus filhos. E nesse modelo... percebendo que essa sociedade não conseguia incluía o seu filho, não tinha rampa. Não havia intérprete, não havia... instrumentos que possibilitassem a pessoa se apropriar desse mundo. E elas sentiram essas mães, esses pais na pele, essa dor e elas se tornaram pedagogas professoras se tornaram médicas para entender o processo de desenvolvimento. Então, essa militância... popular e científica se aliaram e o sol surge um outro processo que é esse que a gente tá debatendo hoje de forma muito importante Onde a pergunta era: o que há de errado com a pessoa? passou a ser o que há de errado nessa sociedade para mudar essa sociedade mudar essa estrutura para que as pessoas diferentes com deficiência possam se apropriar do conhecimento da materialidade. Tchau. As mães que perguntaram, e parece que os cientistas que... criaram essa forma diferente de descolocamento do defeito Por essa sociedade. Não. Essa pergunta é das mães do pai. Quais barreiras a sociedade cria que impedem a... a participação do meu filho. Essas barreiras impedem que meu filho saia para o teatro, para o cinema, para o clube, porque não tem acessibilidade. Não tem nada que possa fazer meu filho, minha filha se desenvolver. é um mundo de segregação. Então surge da materialidade essa concepção social que a gente acredita hoje, né? de mudar a realidade social dos instrumentos criados e construídos pelo homem para que possa fazer com que essa pessoa se sinta humano sem essa barreira, essas barreiras que hoje ainda são muitas, né? E... e essa concepção social. que nós estamos discutindo hoje aqui, ela não apagou. não escondeu Obrigado. a diferença né? Ela não escondeu a diferença, mas ela critica... a concepção que expõe a diferença e coloca a culpa na diferença. Essa concepção social de... de desenvolvimento e da deficiência, Ela... Ela criou meios que... só são visíveis quando a pessoa realiza uma atividade, a pessoa cega. que tem uma relação com o meio impedida por não enxergar tem que criar vias de acesso alternativos para mudar a forma de apropriar conhecimento. Essas pessoas não são menos desenvolvidas do que as pessoas típicas, elas se desenvolvem de outro modo. Esse outro modo, dito pelo grande pesquisador proviético de negócio, vai dizer que nós temos que criar esse modo, nós temos que criar a possibilidade para que as pessoas diferentes possam conviver com as pessoas diferentes. que... e se apresenta com um desenvolvimento típico, né? Então você vai ver que essa pessoa pode mudar a consciência a atenção, a memória, os conceitos, a partir de uma interferência criativa da sociedade. Então, se desloca para isso, estamos debatendo isso hoje aqui. O que nós podemos fazer... que técnicas podemos criar para que as pessoas possam acessar o conhecimento, possam se desenvolver plenamente. Nesse sentido, o autismo é o que eu Queria agora falar mais um pouco, mais profundamente... Ele enxerga, ele ouve, não me refiro... o autismo suporte, nós temos o espectro autista, nós temos é uma imensidão de pessoas diferentes dentro do espectro é a minha intervenção mais importante é naquela criança que não compreende ainda e não se orienta nesse mundo porque tem um insuficiente desenvolvimento de linguagem. O suporte 3, que precisa de apoio, muito apoio substancial. para realizar as atividades mais simples da vida cotidiana. Então, a atividade humana tem que ser realizada a partir de conceitos, de teoria na cabeça. Então, o grande problema que nós enfrentamos é o problema da comunicação. mas aonde está a gente da comunicação nas relações sociais eu volto à questão Bom, eu... A pessoa com deficiência é compreendida nesse mundo. Ela deve ser compreendida como uma pessoa que tem... condições, possibilidades de superar essas barreiras, mas sozinha ela não consegue. As relações sociais são a gênese da comunicação e da linguagem. A linguagem é essencial no entendimento do autismo. A linguagem é aquela que diagnostica, que coloca a criança em determinado lugar. Quanto mais insuficiente a linguagem, menos ela se orienta, e é real. Como nós podemos fazer isso? Então, aí se apresenta o esporte. o esporte como algo fundamental. E essa discussão que nós fazemos hoje, que eu estou fazendo agora, que eu defendo a tese segundo a qual as crianças devem, os adolescentes, os adultos, devem, trabalhar coletivamente, foi defendida na década de 20 do século passado. As pessoas com deficiência devem estudar juntas, brincar juntas, trabalhar juntas. Ou seja, a educação social onde que todos os lugares... o lazer, o trabalho, a escola... devem estar ensinando pessoas diferentes, sem isolá-las. Então, isso já foi discutido, isso já foi... debatido. Eu tenho aqui uma criança, por exemplo, de 6 anos, que mal conhece e concebe o significado da tinta, da cor, do papel... não tem pinça, né? Se deixada isolada, ela... tende a permanecer nesse suporte 3. Ela tende a não conseguir exteriorizar os sentimentos e tende a não apropriar-se da linguagem. Se não for nas relações sociais, não há condições dela avançar. Então, é muito potente... o que o SESP tem feito, por exemplo, eu tenho falado também com os coordenadores do SESP, a colônia azul para crianças com autismo é muito importante porque acessa a política pública essa criança. mas nós estamos discutindo a possibilidade de fazer a colina para todos. para que as crianças com autismo principalmente se as crianças com suporte 3 e 2, elas possam conviver com um conceito mais complexo. Então, você tem... uma fotografia... Temporal. fazer por ele, porque ele precisa de muito apoio, fazer com ele, porque ele está se autonomizando, e depois ele fazer sozinho. estão nas relações sociais a gênese dessa comunicação dessa linguagem né Então não tem como fugir a isso. as relações sociais a cultura, a internação da linguagem, participação em atividades coletivas, o desenvolvimento não é espontâneo, É preciso sistematizar. esse conhecimento. É preciso ser matizalizado com esse conhecimento. E o esporte entra como... Vocês já falaram de forma muito importante sobre o esporte, mas a gente precisa trabalhar... essa relação da ciência com a política pública, mostrar para a política pública que ele não é só uma ferramenta de sociabilidade, ela é uma ferramenta que transforma a consciência da criança. uma atividade intencional. Você vê aí o Washington e um goleiro, um bom goleiro, E um bom atacante, quando põe a bola na... na marca do pênalti o gol tem um grande mas o jogador ele ele tem que dominar essas emoções ele tem que escolher o canto antecipadamente. Então ele tem conceitos, uma rede conceitual de significados na cabeça. Ele põe na cabeça antes o canto que ele vai bater. E olha para o goleiro, O projeto está pronto, a palavra está aqui. O significado está aqui. Quando ele vai chutar, ele consegue olhar o goleiro, olhando para ele... E o goleiro indo para o canto que ele vai chutar e ele muda a direção muito rapidamente. É um trabalho cognitivo, fiquem. fenomenal. E a gente percebe na ação que ele realiza o quanto ele tem essa possibilidade de mudar em milésimo de segundo. O domínio que ele tem no gol. Então, o esporte não é só para socializar. É para... radicalizar nas relações que existem internamente na cabeça. Então, ele não ensina apenas o movimento, mas também o movimento, mas ensina conceitos, estratégias... cooperação, planejamento, comunicação, e também exclui Mas sempre que formar os professores de educação física para interferir nas disputas, na exclusão, no xingamento, no perna-de-pau, entre aspas, que nunca joga. Então, nós temos que ter a formação para isso, né? Mas é nessas relações sociais que você tem... a evidência do processo de desenvolvimento. Então, a pergunta é... Não é, a pergunta não é, o que falta a pessoa? Até com o tempo. quais experiências culturais estão sendo oferecidas a ela. Deu falar um bom? Um bom? um torpedo, porque eu tenho só 10 minutos. Você nem sabe como está o tempo aí, que eu não estou vendo. Já está aí 20. Já está em 20. Ai, cara, eu estou em uma equipe de culpa. eu apaguei meu cronômetro aqui, quais experiências culturais estão oferecidas a essa criança? Aí para terminar, Eu digo para vocês que essa discussão sobre não segregação, de botar a criança junto com a outra, já está demonstrado. Eu vi os vídeos... Mais de 95% de matrículas da educação especial... estão nas salas comuns, nós temos a experiência da não segregação. Os professores estão dizendo, olha, elas estão desenvolvendo, os pais estão dizendo, elas estão desenvolvendo. eu faço, eu vejo isso todo dia por conta do não falante junto com o falante. Então, estamos tentando aqui, inclusive, influenciar o Fábio, que está aqui, para pensar em projetos dessa natureza. Então, você tem essa comprovação. Você tem uma população enorme no Brasil, com 99% atendido da população que... tem a possibilidade de estudar. Nós temos 95% em sala de aula, comum. da população de pessoas com deficiência é um dado importante nós estamos conseguindo fazer esse trabalho. E na política esportiva? nós temos 2.4 milhões de autistas qual o percentual? eu senti falta de pesquisa procurei, procurei, nós não temos dados os dados estão na página do ministério de atendimento a partir da política esportiva para crianças com autismo. Então, você tem aí esse percentual, que a gente não encontrou, mas o número de 2.4 milhões de autismo de autistas na sociedade brasileira, é um número que precisa ser pensado nas políticas esportivas. A escola tem feito trabalho com todos os problemas que tem, mas nós precisamos pensar nas políticas esportivas. 2,4 milhões não é pouca coisa. 300 mil também não. Então, nós temos aí, o próprio Fábio apresentou, eu vou tirar para o Tativa, fazer uma comparação, você tem Eu vi, Fábio, já deve estar superado esse número de núcleos, né? Eu corrigi 6 mil participantes, porque na página está 2 mil, de 24, né? e a gente tem aí 2.4 milhões de autistas, E nós temos... 6 mil participantes. Então, nós precisávamos ampliar essa política. Na época do PELC, nós tínhamos muito atendimento, não sei como é que está o PELC hoje, Mas nós precisamos pensar... em capitalizar esse projeto para ver se a gente consegue atender... alguma demanda A demanda aqui é muito grande. Gente, desculpa se eu passei, mas eu perdi o cronômetro aqui. E é isso que eu queria dizer para vocês, eu agradeço a paciência de vocês, obrigado pelo convite. e vamos para o debate.

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