
O pesquisador internacional defende a importância da prática esportiva como ferramenta de inclusão social, saúde e desenvolvimento pessoal para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele destaca a necessidade de o Estado ampliar o acesso a essas atividades, que enfrentam barreiras financeiras para muitas famílias, e defende a conscientização de parlamentares e gestores municipais por meio de cartilhas educativas e programas públicos.
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