
O artesão relata as dificuldades enfrentadas pela categoria, como o preconceito, a perseguição policial e a falta de condições para exercer a profissão em espaços públicos como a Avenida Paulista e o Beco do Batman. Ele critica a eficácia e a transparência do programa 'Mãos e Mentes Paulistanas', questionando por que, com cerca de 6 mil inscritos, o programa oferece apenas 400 vagas mensais. O orador defende o reconhecimento da profissão e pede investigação sobre a gestão desses recursos.
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