
O Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Substituto do Ministério de Minas e Energia explica que a produção global de petróleo é impulsionada pela alta demanda por diesel, essencial para o transporte de mercadorias e a cadeia de suprimentos de alimentos. Argumenta que, como a eletrificação ainda não é uma solução viável para o transporte pesado, a extração de petróleo continuará sendo necessária para atender ao consumo mundial de diesel.
O Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Substituto do Ministério de Minas e Energia aborda o posicionamento estratégico da Petrobras na diversificação de seu portfólio e produção de energia. Destaca o papel da estatal no mercado global e sua preocupação com a baixa intensidade de carbono na produção de petróleo. Ressalta a importância de políticas públicas brasileiras voltadas à mensuração e certificação da intensidade de carbono em combustíveis, visando tornar a matriz energética do país mais competitiva ambientalmente. Enfatiza, ainda, que sob a liderança do Governo Federal, a empresa busca alternativas estratégicas para a oferta de energéticos com menores emissões.
O Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Substituto do Ministério de Minas e Energia defende que a transição energética deve ser gradual, focada na redução da demanda por combustíveis fósseis e mantendo a segurança energética do país. Ele ressalta que o Brasil, ao diversificar sua matriz e manter a produção de recursos fósseis para financiar a transição — estratégia utilizada por países como Noruega e Colômbia —, evita a insegurança energética causada pela dependência de importações. O Secretário enfatiza que a substituição de motores de combustão interna não ocorre na velocidade necessária e destaca a importância da autossuficiência e da diversidade energética para um desenvolvimento sustentável.
O Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Substituto do Ministério de Minas e Energia aborda o contexto global e nacional do setor energético, enfatizando a importância dos combustíveis fósseis e dos biocombustíveis na matriz atual. Destaca a necessidade de uma transição energética justa, planejada, tecnologicamente neutra e economicamente viável, utilizando o tripé de mudança de combustível, eficiência de motores e cultura de redução de demanda. O orador ressalta as iniciativas do Governo Federal e do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), mencionando instrumentos como o Plano Nacional de Transição Energética e o reforço da participação social no debate.
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