
A Coordenadora - Agência Brasileira de Inteligência - ABIN destacou a necessidade de o Estado brasileiro desenvolver capacidades para antecipar ilícitos, com foco no tráfico internacional de pessoas no ambiente digital. Defendeu o fortalecimento e a modernização do arcabouço jurídico para a atividade de inteligência, mencionando a importância da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) para enfrentar ameaças complexas.
A Coordenadora - Agência Brasileira de Inteligência - ABIN explica que sua área de atuação se concentra em fluxos e ilícitos migratórios, possuindo limitações para tratar de temas específicos como simbologia de crimes contra menores. Destaca o fenômeno da industrialização do crime cibernético, onde ferramentas e serviços ilícitos são facilmente adquiridos na deep web e dark net, permitindo a prática de fraudes e lavagem de dinheiro sem necessidade de grande expertise técnica. Enfatiza que o Estado enfrenta desafios para acompanhar a rapidez da evolução tecnológica do crime organizado.
A Coordenadora da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) discorre sobre a atuação do órgão no monitoramento de ilícitos migratórios e tráfico de pessoas. Destaca o papel da tecnologia e da inteligência artificial nas novas dinâmicas criminosas, citando o recrutamento de vítimas através de redes sociais e plataformas digitais, o uso de ferramentas de controle e coerção, como monitoramento de tela e criptografia, e a exploração em golpes cibernéticos e lavagem de dinheiro, com foco no fenômeno do crime como serviço no Sudeste Asiático.
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