
O Coordenador do Programa de Doação de Corpos "Vida após a Vida" do Departamento de Morfologia da UFMG explica que a metodologia adotada para captação de doadores baseia-se em entrevistas detalhadas. Aponta que a instituição recebe entre 20 e 25 corpos anualmente, enquanto o total nacional, considerando cerca de 40 programas, alcança no máximo 150 doações por ano. O coordenador ressalta que, embora peças anatômicas preparadas auxiliem no ensino, o número atual está distante da proporção ideal entre cadáveres e estudantes, sugerindo que uma relação de um corpo para doze ou quinze alunos seria um cenário satisfatório.
O Coordenador do Programa de Doação de Corpos "Vida após a Vida" - Departamento de Morfologia da UFMG destaca a utilização de cadáveres em atividades de ensino, pesquisa e treinamento cirúrgico avançado, incluindo práticas em ortopedia, neurocirurgia e ginecologia, com suporte de tecnologias modernas como robótica e microscopia para a qualificação de especialistas.
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