Dario Durigan | Ministro da Fazenda

Dario Durigan | Ministro da Fazenda

DARIO DURIGAN | Ministro da Fazenda - DARIO DURIGAN | Ministro da Fazenda

Últimos Discursos

17 de jun, 12:53

REUNIÃO CONJUNTA

Resumo Inteligente

O DARIO DURIGAN | Ministro da Fazenda - DARIO DURIGAN | Ministro da Fazenda defendeu a política econômica do governo, destacando o crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2026 e a melhoria da nota de crédito do Brasil por agências internacionais. Reforçou a importância da responsabilidade fiscal, esclarecendo a natureza das despesas primárias e financeiras, além de defender a justiça tributária que permitiu a isenção de imposto de renda para trabalhadores de menor renda. Também comentou sobre a inadimplência no agronegócio e a necessidade de medidas de apoio diante de eventos climáticos, além de propor a desburocratização digital para a declaração de imposto de renda.

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17 de jun, 12:13

REUNIÃO CONJUNTA

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Agradecendo mais uma vez as intervenções. Eu vou começar endereçando os pontos do deputado Rubens Júnior. De fato, quando a gente... Rubens, obrigado aí pelas palavras e por relembrar junto comigo... os pontos e os números da economia, mas de fato a gente precisa agradecer, inclusive, a oposição, os deputados da oposição que aqui estão. Porque quando a gente aprovou a isenção do Imposto de Renda, nós aprovamos por unanimidade. Quando o projeto é bom e bem discutido e construído com abertura política... Fica difícil votar contra o projeto, acho que o projeto do Imposto de Renda... justamente isso, ouvir agora há pouco foi do deputado Raul dizendo que a gente precisa... cobrar menos tributo de quem está na base da pirâmide, cobrar mais de quem está em cima. É justamente o que nós fizemos... O Rubens foi presidente da comissão da discussão do... da isenção do Imposto de Renda, e é fundamental que a gente vá construindo esses consensos de bons projetos, que é o que eu tenho feito no Ministério. Deputado Mauro... mencionou algumas coisas Mas vou responder aqui ao Mauro, em especial, tratando do tema das Betis. se tem um compromisso que eu tenho e eu preciso deixar também registrado aqui é com transparência nesse setor. Então, esses dias teve um pedido na Lei de Acesso à Informação, que por conta de um dado pessoal, que de fato o servidor público da área... Não pode divulgar, porque também tem dever constitucional de não expor. a pessoa privada ele não respondeu a demanda que chegou. Isso gerou matéria no jornal e tal. Eu falei, olha, eu não quero fazer esse debate porque eu não tenho que me justificar sobre transparência. Então, de maneira proativa, todos os processos que forem sendo concluídos no Ministério da Fazenda, sobre pedido de autorização de batch, eles vão ser prontamente divulgados sem que haja necessidade de pedido. Terminou o processo, vai estar tudo... para consulta. E de maneira também transparente é preciso dizer quanto que está a arrecadação de Betis, a arrecadação é de 9 bi ano, hoje, com o último dado que acabei de levantar aqui com o secretário Seron, para responder aí ao que o o deputado Mauro Benevides colocou. Sobre PEC do Banco Central, que foi um outro tema colocado pelo Mauro. Veja, o que a gente tem que, da forma como eu vejo... a gestão pública brasileira, o caso do Banco Central é o caso de outras agências. Quando eu olho para CVM, para SUSEP, para o CAD, para a Anvisa, para a NPD, para a NP, enfim, não vou ficar citando todos. Todos tiveram um problema, porque não teve nenhuma contratação de servidor público nos governos Temer e Bolsonaro. Não se contratou ninguém. não aumentou salário aí vem o pessoal dizendo mas tá todo mundo saindo Você não tinha incentivo não tinha meta de produtividade, não tinha incentivo remuneratório, as pessoas necessariamente podem sair, estão livres para sair. Não teve orçamento a mais, de fato. Olha o que a gente viu no governo Bolsonaro, em especial na gestão Roberto Campos Neto, o caso do Banco Master... que nasce com falha de supervisão do Banco Central. Então, de fato, você tem questões que o Banco Central, como outras agências, precisam ser fortalecidas. O grande ponto aqui, do meu ponto de vista, é que a gente não pode a pretexto de fortalecer institucionalmente o Banco Central... criar uma série de distorções, seja na contabilidade pública, seja do ponto de vista de auditabilidade das das regras do Banco Central. seja do ponto de vista de discussão orçamentária, discussão de pessoal, é preciso fortalecer sim a instituição do Banco Central, como é preciso fortalecer a CVM, a SUSEP e as outras agências. sem que a gente tenha uma espécie de novo poder da República, que pode mandar projeto de lei, que não se submete à auditoria da CGU. E isso eu vejo com preocupação, até inclusive para a proteção do Banco Central, que acho que tem que estar bastante dentro das regras do jogo. O Mauro comentou, a regulamentação da tributária... hoje a reforma tributária nos impõe um desafio que não existia antes, que é o seguinte: Nós temos um tributo sobre o consumo. Em vez de cinco, que é ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI, nós vamos passar a ter um tributo. Um tributo. Esse é um tributo que é coletado pelo governo federal na frente do CBS e coletado pelos governos estaduais e municipais na frente do IBS. Mas a regra é uma e a solução de conflito tem que ser por um caminho só. O que aconteceu no país? Nós vamos ter que sentar com representantes de estados e municípios para definir essa regulamentação. E a primeira regulamentação, respondendo ao que o Mauro colocou, já foi editada. o conselho gestor do CBS, do IBS, que é Estados e Municípios, junto com a Receita Federal, a gente já expediu A primeira regulamentação, ela é grande, mas é uma. Nós temos uma regra, depois das leis que o Congresso aprovou... um decreto e uma resolução do comitê gestor que regulam a tributação do consumo no país já divulgada Gasto tributário, é importante agradecer de novo o Congresso, porque a gente conseguiu... Você veja, no governo anterior, teve uma PEC que disse, tem que ser revisto o gasto tributário. Do que aconteceu de 2021, quando essa PEC foi aprovada, até quando a gente entrou? Aumentou o gasto tributário. Aumentou. E o que nós estamos fazendo pela primeira vez de novo? Nós estamos cortando o gasto tributário. E o que nós estamos cortando linear esse ano? 10% que são os 20 bi que o Mauro mencionou. O que nós precisamos fazer daqui para frente? ponderar o que tem de gasto tributário com o que tem de ganho para a economia e para a sociedade. Se não justificar em termos de ganho de eficiência, geração de emprego... Esse gasto tributário tem que ser revisto. E isso tem que ser revisto de maneira periódica. Obrigado. O deputado Bongás me sugeriu e me instou a falar sobre a relação com os Estados Unidos e os efeitos da guerra e como nós estamos mitigando isso. Primeiro, me preocupa quando a gente olha para uma relação desequilibrada entre nações soberanas, que você possa ter intervenção indevida. Então eu acho, Bongás, minha opinião, Quem tem cuidado do crime organizado brasileiro é a polícia brasileira. São os investigadores brasileiros. É a polícia dos estados, de oposição, de situação. Mas é o policial brasileiro que tem que ser valorizado e é o policial brasileiro que tem que... que tem que ser pensado e protegido para fazer o combate ao crime organizado. É a Receita Federal e os nossos auditores que têm que ter informação para combater o fluxo financeiro. É o nosso COAF que tem que ser fortalecido. Nós não temos que fortalecer potência estrangeira para inibir ou constranger... a soberania do país até para lidar com isso. O que o presidente Lua disse ao presidente Trump, quando esteve com ele, é o seguinte: Tudo o que você tiver de informação... sobre o crime organizado no Brasil, compartilhe comigo que nós vamos atuar, não tem outro motivo. Se tem uma conta bancária que tem recurso do crime organizado, é só informar o Brasil, a Polícia Federal, o Judiciário Brasileiro, a Polícia Brasileira vai tomar conta e vai... E vai certamente encerrar essa conta e responsabilizar os criminosos. Então... Quem responde e quem deve responder pelo combate ao crime organizado no Brasil é o Brasil. Nós não temos que... nos socorrer e pedir ajuda de outra nação para isso. Por isso que quando a gente teve tarifa unilateral e prejudicou vários setores no Brasil, apesar da comemoração de alguns, prejudicou muito os setores. Eu tive com o presidente Alckmin com o setor de madeira. E o empresário disse assim: Eu desenvolvi um produto aqui na minha madeireira, há 10 anos para atender a regra fitossanitária lá da Anvisa do Texas, para enquadrar a minha caixa de madeira no tratamento do clima do Texas, para encaixar no caminhão que transporta legume e verdura dentro do Texas. E agora o meu comprador de lá, que compra todo ano uma quantidade fixa, Diz que não vai mais comprar. Agora, como é que eu vou pegar uma madeira que é pensada para o clima dos Estados Unidos, atende a regra americana e vou vender para outro país? O que a gente fez? Brasil soberano O governo não vai deixar o empresário brasileiro sofrer com uma medida que não nos pertence, é totalmente fora, alheio à nossa administração. E a gente fez isso, foi muito bem sucedido, conseguimos segurar uma tarifa injusta. Até porque uma coisa que eu disse ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos. A grande discussão do G7 é que o mundo está desbalanceado. A China não está consumindo como antes e tem exportado bens e serviços para o resto do mundo. o que impacta os Estados Unidos, porque o dólar das famílias americanas vai para a China, enquanto produtos chineses vão para os Estados Unidos. Então eles colocaram a tarifa para impedir isso, dizendo, não, o dinheiro americano está indo para a China. E isso está causando um desequilíbrio. de fluxo entre os Estados Unidos e China. Mas quando você olha para o Brasil, é como se o Brasil fosse os Estados Unidos e os Estados Unidos fosse a China. Hoje a gente manda dinheiro gerado com a nossa riqueza, com a força de trabalho da população brasileira para os Estados Unidos mais do que eles para nós. Nós estamos comprando... medicamento da indústria farmacêutica, nós estamos comprando serviço de tecnologia da informação, serviço de nuvem, O dado do escritório de estatística dos Estados Unidos é de um déficit de 40 bi de dólar da balança comercial. Então não justifica o Brasil ser penalizado como um todo? Se o nosso dinheiro é que está indo para os Estados Unidos, mais do que o contrário. Por isso que diferente do que foi feito anteriormente, acho que pela qualidade da equipe, Em vez de tirar o dinheiro dos estados e gerar um contencioso grande com os estados, porque você vai lá e tira o ICMS do estado. Depois foi o ministro Haddad que pagou 27 bi... numa ação que os Estados entraram no Supremo, o dinheiro que foi tirado em 2022. O que nós fizemos? Chamamos os governadores e disseram, olha... Não dá para reclamar de greve no Porto de Santos? se a gente não atuar em conjunto para manter abastecimento fixo de combustível de diesel para os nossos caminhoneiros. Não dá para reclamar de possível greve de transporte público no Distrito Federal? se a gente não atuar em conjunto para garantir que o serviço de transporte público aqui tenha diesel para rodar. Não dá para estados que têm agronegócio forte reclamar de impacto no... na logística, de abastecimento se a gente não garantir que o diesel esteja disponível e a um custo razoável para o nosso para a nossa malha logística. E os estados concordaram. Veja, aqui não é o governo federal. Eu sentei com todos os governadores, inclusive da oposição, e disse, vamos dividir a conta. Os Estados pagam metade e a União vai pagar metade de ICMS. Inclusive estou pagando uma conta que não é minha. E nós fizemos isso num grande acordo com todos os estados. Aqui não cabe... Para quê? Para que a população brasileira não arque com o custo da guerra. Simples assim. Além disso, a gente tirou tributo de combustível, a gente criou subvenção pontual durante dois meses para ver o que vai acontecer. Talvez o impacto da guerra diminua agora. Nós vamos tirar a subvenção, tira o imposto de exportação, o preço do combustível desce, nós passamos por um período... Com inteligência financeira, inteligência e atenção e presteza, não demoramos para tomar... para agir. De maneira que a gente também não vai contratar problemas fiscais para o próximo governo, o próximo governo vai entrar. não vai ter conta de Estado para pagar como nós tivemos em 2023. Estamos aumentando a mistura do etanol na gasolina. Quer notícia melhor para o nosso setor do agronegócio do que essa? aumentar a mistura com Garantia de segurança técnica no motor. O motor dos carros, flex, segue atuando, não vai ter problema. E nós vamos ter aumento de biodiesel, do biocombustível, no combustível fóssil. E tudo isso mantidas as metas fiscais. garantindo a trajetória que a gente se comprometeu. Rapidamente. Deputado Afonso, eu vou repetir em grande medida o que eu falei para o Alceu. Nós estamos de acordo em atender as necessidades de quem precisa no agronegócio. Nós vamos construir uma saída para isso. Eu não abro mão disso. E é importante dizer... como eu tenho ouvido do agro, que mudança climática é algo sério e que é uma realidade. Agora com El Ninho no segundo semestre, não dá. para dizer como cada vez menos gente diz, como foi na pandemia, que não existe mudança climática, porque existe, nós estamos sofrendo com isso, não é ideologia isso aqui. eu tô olhando para os estados, eu tô vendo o que tá acontecendo O impacto das mudanças climáticas estão aí. e fazer uma menção, Marcon, ao nosso Gilson Bittencourt, que é um quadro valiosíssimo que nós temos, e me comprometer contigo também, Marcon, para tratar o tema do endividamento rural no país.

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17 de jun, 11:32

REUNIÃO CONJUNTA

Resumo Inteligente

DARIO DURIGAN | Ministro da Fazenda - DARIO DURIGAN | Ministro da Fazenda esclareceu pontos sobre a execução orçamentária, a gestão de despesas obrigatórias e investimentos, e a responsabilidade fiscal do governo. O representante defendeu o programa Desenrola, a regulamentação das apostas esportivas, a valorização do salário mínimo e medidas de apoio ao agronegócio e pequenos empresários através de crédito, destacando a importância da colaboração com o Congresso Nacional.

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17 de jun, 10:50

REUNIÃO CONJUNTA

Resumo Inteligente

O representante do Ministério da Fazenda abordou a situação fiscal do país, destacando a necessidade de correção de orçamentos deficitários herdados de gestões anteriores. Defendeu as medidas econômicas adotadas, como a recomposição da base fiscal, a tributação de apostas (bets) e fundos exclusivos, e a regulamentação de compensações de decisões judiciais, classificando-as como ações de isonomia e transparência. O governo reafirmou o compromisso com o ajuste fiscal, a desoneração consciente da folha de pagamento e o diálogo permanente com o setor agropecuário e o Congresso Nacional.

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17 de jun, 10:09

REUNIÃO CONJUNTA

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Queria agradecer a presença das deputadas e dos deputados aqui presentes, quem nos assiste. Eu queria cumprimentar o presidente da CFT, o deputado Merlong, obrigado pelas palavras. também reconhecer aqui a presença da minha equipe Estou com o meu chefe de gabinete... aqui atrás, com o meu chefe da assessoria parlamentar, a chefe da assessoria de comunicação. E aqui do meu lado o Seron, Rogério Seron, secretário executivo do Ministério da Fazenda. o trabalho no Ministério da Fazenda desde o começo dessa gestão, tem sido um trabalho... Hercúleo, um trabalho duro, mas sem dúvida nenhuma um trabalho em equipe. e eu acredito muito no trabalho em equipe e acho que sem a gente ter... 100% de integração e coesão na equipe a gente não conseguiria ter avançado como nós avançamos. Obrigado. Primeiro assunto que eu queria trazer é o assunto... da estabilidade política. A gente aprovou os temas que nós conduzimos, que eu conduzi no Ministério da Fazenda, mais de 75 projetos de lei, proposições, projetos de lei, projetos de lei complementar, proposta de emenda constitucional, nesses três anos e meio aqui no Congresso. o que mostra antes de qualquer coisa e sem entrar nas questões de mérito, a abertura e a disposição para o diálogo pragmático, para o diálogo político que o Ministério da Fazenda... E a equipe econômica do governo Lula teve. Veja, no começo de 2023... A gente apresentou as regras fiscais novas antes do prazo constitucionalmente previsto. Aprovamos ainda em 2023 a reforma tributária. que foi uma emenda constitucional importante, com muito trabalho da equipe. refizemos a retomada do CARF, que é o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, que julga como última instância os processos administrativos tributários federais, tratamos durante o ano 2024 da calamidade que se ia cometer ao Rio Grande do Sul. no ano 2025 do tarifaço imposto unilateralmente pelo governo Trump. E seguimos... de maneira muito lúcida e muito atenta, endereçando os problemas concretos que o país tem. E, de novo, retomando o meu primeiro ponto, com muita abertura política. se tem uma diferença dessa equipe econômica com as anteriores é a quantidade de reunião de abertura política, de disposição para a gente explicar os temas, mostrar os efeitos... negociar, ceder quando não tem razão, E isso está comprovado por fatos, por números, vejam a quantidade de projetos de lei... que foram aprovados por essa equipe no Congresso Nacional. O segundo tema que eu queria trazer, presidente, é o tema da estabilidade econômica. Outra importante diferença que a gente tem Para além de ter estabilidade política, respeito institucional, respeito à oposição, respeito... a quem diverge conosco e a total disposição de conversar e chegar nos consensos, nós conseguimos uma coisa que é rara no Brasil. Não é simples alcançar os números que nós alcançamos, de maneira equilibrada. Então, você veja. Nós batemos os recordes de safra no país... ano após ano O nosso agronegócio, importante setor para a economia brasileira, como é muito produtivo, altamente competitivo na economia global, tem quebrado recordes ano após ano. Os planos safras do governo quebrado recorde ano após ano. Agora veja, deputado Bongás, que interessante. As nossas safras estão batendo recorde ano após ano. E o nosso desmatamento está batendo recorde. Então, em vez de você ter safra record e descuido com o meio ambiente, O equilíbrio foi safra recorde. com mínimas de desmatamento histórico, seja na Amazônia, seja na Mata Atlântica, e a gente vai ver um resultado muito melhor, mais respeito internacional e, afinal de contas, preservação do meio ambiente, que é uma das principais ameaças que a humanidade tem E o Brasil tem cumprido o seu papel. Veja, por outro lado, o quão raro também é essa situação econômica. Nós estamos vivendo uma situação de inflação. que preocupa Só para deixar muito claro aqui, sem nenhuma demagogia e com uma conversa muito lúcida com todos os senhores. Claro que inflação sempre preocupa. Mas a inflação nesse mandato presidencial vai ser a mínima histórica do país. Claro que sempre tem que estar atento, você tem uma guerra que desarranjou uma série de cadeias globais, em especial a cadeia de combustível. Mas a inflação está na mínima histórica do país. Agora, inflação em mínima histórica, você vai dizer, não, mas então... nós estamos com desemprego alto. Nós estamos com crescimento baixo e não. A inflação está... sob controle, Sempre gera preocupação, mas a inflação está sob controle. E nós geramos 5,1 milhões de empregos desde 2023. O país cresceu trimestre a trimestre, mais do que todas as projeções, e aqui seja do mercado doméstico, Seja dos organismos internacionais. Eu tenho feito questão de participar ativamente do debate internacional, Roseto. O FMI, eu estive agora lá em março, abril no FMI, e o FMI reconhece. O Brasil... Está surpreendendo o FMI, não é o mercado. Porque cresce trimestre a trimestre mais do que se esperava. Então, o Brasil está com a inflação sob controle, crescendo mais do que o mundo esperava. gerando emprego, Isso mostra um equilíbrio que é fundamental. É importante que a gente reconheça esses avanços como resultado da integralidade da política econômica. A política econômica como um todo é que gera esse tipo de resultado. É porque a gente conseguiu fazer... a retomada cuidadosa das políticas sociais, que a gente tirou o Brasil do mapa da fome, mais uma vez. É porque a gente tem política social para atender a população mais carente, que o Brasil alcançou pela primeira vez um índice do PNUD sobre desenvolvimento... urbano-municipal, o patamar de país muito desenvolvido. pela primeira vez na história. Ao mesmo tempo, é a política econômica que faz corte de gasto. Esse ano nós estamos com um corte de gasto de 23 bi em ano de eleição. Olha o que foi o último período de eleições em 2022. Quando você tinha inflação, diga-se de passagem, em dois dígitos. Então, esse ano nós estamos com a inflação em 4,70%, com preocupação, porque a guerra tem feito desajustar as perspectivas, Nós não estamos com inflação em dois dígitos. E estamos fazendo um bloqueio de 23 bi no orçamento. o que mostra o equilíbrio e a necessidade de avançar. cuidando das contas públicas, cuidando do povo, cuidando com as políticas sociais, e cuidando da economia. Obrigado. Mas não é só de estabilidade econômica que um país depende. O país depende de estabilidade de trabalho. de estabilidade social. e de estabilidade externa, Veja que todas as viagens que eu faço com o presidente... e as outras que fiz com o ex-ministro Fernando Haddad, O número de abertura de mercado que o país fez foi impressionante. E isso é reconhecido, inclusive, pelo nosso agronegócio, que acho que é o setor mais favorecido pela abertura de mercado. Mas não só. O que a gente percebeu, e a gente tem dito isso para o governo dos Estados Unidos também, de maneira muito franca e transparente e lúcida. Os Estados Unidos, em 2003, quando o presidente Ull assumiu pela primeira vez o Governo Federal, era responsável por 25% da nossa balança comercial, o comércio com os Estados Unidos. Em 2023, 12%. E agora nós estamos chegando em 9%. E por que está chegando em 9%? Porque nós estamos criando fricção, não nós, mas na relação está sendo gerada a fricção e o Brasil não está deixando de crescer e exportar. para todos os países do mundo. Você pegar a exportação nossa para o Vietnã, pra China para o Oriente Médio, para a Europa, ainda mais agora com acordo comercial, para a região, para o Canadá, Obrigado. E nós estamos fazendo acordo comercial com Singapura, com Japão... com os países da União Europeia, mas para além da União Europeia. Os países que que são menores, mas que estão fora da União Europeia. Luxemburgo, Suíça Então veja que... estabilidade internacional... É muito importante. Por quê? Porque o mundo vive de instabilidade. cada vez mais. O que eu ouvi na reunião de ministros de fazenda do FMI é o seguinte: a única certeza que o mundo hoje tem é de que nós vamos ter muita incerteza pela frente. Portanto, os países têm que se preparar. E a palavra de ordem do Fórum Internacional é resiliência. Os países têm que estar com a economia forte, com fiscal ajustado com super hábito energético e com proteção social para as pessoas. é isso que o FMI E o Banco Mundial orienta. E quando eles orientam isso, qual o primeiro exemplo que eles dão? O Brasil. Ele diz o seguinte: "O que o Brasil conseguiu de resiliência energética garante que vocês passem pelo período da guerra não sem percalço, porque a guerra está desajustando o mundo como um todo. Mas quando você compara, por exemplo, com o que está acontecendo no Sudeste Asiático, no Vietnã, na Coreia do Sul, na Índia... com o que está acontecendo em outros países da nossa região. como está acontecendo em vários países da Europa. Eles estão falando em racionamento de combustível. No Brasil, nós estamos falando de um aumento na gasolina de 6% a 10%, um aumento no diesel de 15%. que nós estamos combatendo. Porque preocupa. Preocupa o impacto no bolso das pessoas. Mas se não fosse a gente ter biocombustível que começa no Brasil... com uma resposta ao primeiro choque do petróleo, na década de 70 e 80. E isso vem sendo continuado. Se não fosse o presidente Lula, bancar a exploração do pré-sal E eu lembro aqui, deputado Paula, Quando a Petrobras descobriu o pré-sal, muita gente dizia: "não, mas a tecnologia para explorar petróleo em águas profundas não está bem colocada no Brasil, porque a nossa tecnologia é alemã, chinesa e norte-americana, e ela não está preparada para essa condição. Então o Brasil não deveria se aventurar... a fazer isso. Nós desenvolvemos Petrobras, as nossas universidades, tecnologia para explorar o pré-sal. E é graças a isso... que hoje a gente é exportador líquido de petróleo. Então, quando você pega um mapa, número de economia, o Brasil é superavitário do ponto de vista energético. para o mundo de hoje isso não tem preço. Então a gente consegue hoje, por exemplo, fazer com que o recurso que entre da nossa exportação de petróleo, ou o recurso que entre a mais... da produção e do faturamento das empresas de petróleo seja usado sem afetar o caixa das empresas, eu digo isso porque eu tenho conversado com a Petrobras. para fazer mitigação do custo da guerra no país. Isso é razoável e eu defendo isso que a gente tem feito. sem mexer em regra fiscal, sem mudar o plano de voo, Nós não vamos ser sócio da guerra. Se a guerra está fazendo o preço do petróleo aumentar... e o governo federal arrecada mais porque o preço do petróleo está aumentando, Eu vou socializar o ganho do país. Para que o nosso caminhoneiro para que o nosso agricultor para que a nossa família brasileira não pague mais caro no combustível. É justo que seja feito isso. Eu acho justo que seja feito isso. Então essa estabilidade internacional no mundo instável, É uma grande dádiva que o nosso país tem, que não é de agora. Vem de medidas estruturais, da gente ter biocombustível, da gente ter matriz energética limpa... da gente ter explorado o pré-sal, da gente ter compromisso com o meio ambiente, e nós precisamos seguir essa linha. Esse equilíbrio entre as várias frentes é muito necessário para o futuro do país. Então, além de estabilidade internacional, eu menciono aqui estabilidade ambiental. Nós tivemos agora, no primeiro trimestre de 2026... o resultado do crescimento do PIB Bom dia, deputado Alceu. Oi, Quátio. Tivemos um crescimento do PIB de mais de 1%, que mais uma vez surpreendeu... as expectativas não só de mercado, como dos organismos internacionais e de quem acompanha a economia brasileira. com dois detalhes importantes. O primeiro é que a formação bruta de capital fixo, que é o principal indicador que mostra crescimento de investimento no país, Aumentou 3,5%. é o maior crescimento tri/anti-tri, então primeiro trimestre de 26, ante o trimestre anterior, que a gente teve nos últimos anos. O que mostra que, apesar dos juros no Brasil ser altos, e esse é um problema que nós temos que enfrentar, Nós temos conseguido fazer com que a economia brasileira gere bons resultados, inclusive do ponto de vista de investimento. E o segundo destaque é que a renda das pessoas, a renda das famílias segue crescendo. E para garantir que a renda das famílias sai crescendo, Nós temos adotado algumas medidas... que fazem uma espécie de ponte de ligação entre duas coisas que têm estado muito presentes no debate hoje, econômico brasileiro. Porque muita gente diz assim: "Poxa, mas... Inflação na mínima histórica. Desmatamento na mínima histórica. Safra recorde atrás de safra recorde. desemprego na mínima histórica. Saindo do mapa da fome. Por que ainda tem muita gente... incomodada com a economia, insatisfeita com a economia. E veja, eu sou sensível a essa pergunta, nós temos que responder a essa pergunta. Os tempos responde. Obrigado. E acho que as medidas mais recentes adotadas Elas em grande medida mostram que uma economia forte, com fiscal sob controle, com condição de proteger a população, traz, de fato, resultado concreto para as pessoas. Primeiro, medida dos combustíveis. O combustível no Brasil... sobe, o preço subiu mas muito menos do que no resto do mundo. E a gente não corre risco de abastecimento. Dois. Dívida das famílias. As famílias e as empresas têm dívidas no Brasil que não aumentaram a dívida em si nos últimos anos, mas o serviço da dívida... Tem aumentado. A gente esperava que em 2023, depois do primeiro desenrola, e com o primeiro corte da taxa de juros em agosto de 2023, a gente fosse ter uma trajetória decrescente de taxa de juros. em 2024, A política monetária global exigiu que fosse tudo reequilibrado. Então, a gente tem ali uma escalada de... aumento de juros nos Estados Unidos, e isso trouxe, inclusive no Brasil, aumento de juros para cá. E o serviço da dívida das famílias aumentou bastante. E atento a isso, e fechando o ciclo do primeiro desenrola, a gente está fazendo agora o segundo desenrola, com dívida bancária, em parceria com as instituições financeiras do país, e já conseguimos atender, nesse um pouco mais de um mês de programa, Lembrando que são três meses só de programa, mais de 6 milhões de famílias, com desconto médio de 80% da dívida. Então veja que uma família que tinha uma dívida de 10 mil reais... no cartão de crédito, por exemplo, pagando 10% ao mês, no mês seguinte ela tinha uma dívida de 11 mil reais. No mês seguinte. Ela tinha uma dívida que era devida na íntegra, 11 mil reais no mês seguinte. O que o desenrola permitiu fazer? que você renegociasse essa dívida, Com desconto, então uma dívida de R$ 10 mil, hoje na média está indo para R$ 2 mil, o principal da dívida. Obrigado. A taxa de juros que hoje, no exemplo aqui do cartão de crédito, 10% ao mês, está sendo refinanciada a 1,99% ao mês. Em até 60 meses. 60 meses é isso, não é, Senão? Em até 60 meses. Então, você está saindo de uma dita de 11 mil por mês para uma parcela de 60, 70 reais por mês. O que cabe no bolso das pessoas. E o valor que nós estamos incentivando no Desenrola É o valor do pagamento. Quem paga é quem tem que ser valorizado. E quem não está pagando... Tem que voltar a pagar. Por isso que nós vamos anunciar em breve, junto com o presidente Lula, o desenrola ad implante, o desenrola para o bom pagador, que é premiar o bom pagador. Porque esse é o valor que a gente precisa defender no país. o prêmio para quem paga as suas dívidas no país. e reconhecer que, se em algum momento Nós tivemos uma dívida um serviço de dívida alto por conta de juros, que a gente pode, como economia forte, ajudar as pessoas do país a voltarem a pagar em dia as suas prestações. E é nisso que a gente acredita. É... Eu vou, talvez, deixa eu só fazer um último comentário, presidente, aí, me devolvo. Porque eu acho que tem um tema aqui também da maior importância para que a gente feche o... as nossas prioridades. Então eu falei Estou há três meses como ministro da Fazenda, a gente adotou medidas... de combustível para enfrentar o custo da guerra no mundo. Tenho participado do debate internacional, lançamos nossos títulos brasileiros na Europa... conseguiram pagar uma taxa de juros muito mais baixa do que a gente consegue rolar no dia a dia, no serviço da dívida no Tesouro, Estamos prevendo fazer a missão de título na China, na Ásia também, aproveitando a boa relação... com o Japão, Vietnã, China, Índia, que a gente tem construído. fizemos o desenrola, vamos avançar com o desenrola de implante, Estamos dando transparência para o tema das Betis e fazendo um combate rigoroso às Betis legais. com novidades a vir nos próximos dias. E um tema que tem chamado muita atenção e já há um tempo vem sendo prioridade do Ministério da Fazenda... que é o combate à corrupção, o combate ao crime organizado, olhando para o fluxo financeiro de uma série de organizações que têm gerado, do meu ponto de vista, por conta do fluxo financeiro, É... que muitas vezes não é tão bem olhado, e a gente tem focado e priorizado o combate ao crime organizado do lado do fluxo financeiro. ano passado a Receita Federal, com uma série de outros órgãos, deflagrou a Operação Carbono Oculto, que tem gerado operações posteriores, há duas ou três semanas A gente lançou uma nova fase que é a Fluxo Oculto. em que a gente está olhando fundos, nós estamos olhando fintechs, nós estamos olhando... origem e imposto de gasolina que está ligado ao crime organizado, e conseguindo mapear isso de maneira muito clara, de modo a fazer o sufocamento do fluxo financeiro do crime organizado, o que de fato... tem ajudado. mudar, por exemplo, no setor de combustíveis, basta conversar com quem empresa séria, empresa regular do setor, que via um risco do setor ser dominado pelo crime organizado, e hoje isso. Graças à atuação do governo, da ANP, da Receita, dos governos estaduais, Aqui, menção ao Ministério Público dos Estados, que tem colaborado muito com a Receita. A gente tem botado alguma ordem nesse setor. sem prejuízo, a gente ter que seguir fazendo muito isso nas mais variadas frentes. E foi importante que a gente aprovou no Congresso... a lei antifacção, foi importante que a gente aprovou no Congresso a lei do devedor com Tomás. Veja que quem deve tributo de maneira reiterada, fraudando, fazendo ocultação de patrimônio. Via de regra não tem só problema tributário. É isso que nós estamos descobrindo. Tem problema penal. Tem problema civil, tem problema administrativo. E quando a gente descobre quem é devedor quanto mais que historicamente está fraudando os fiscos, seja o federal, seja um dos estados, Quando a gente integra a inteligência com a polícia, com o Banco Central, com o COAF, com a ANP, A gente percebe que tem responsabilidades de várias ordens envolvidas nesses devedores contumazes. e é que vocês têm um compromisso de que a gente vai seguir atuando para combater o crime organizado em especial no combate ao fluxo financeiro do crime organizado. Então, com esse registro final, Eu agradeço aqui o... a abertura do presidente Merlong e devolvo a condução dos trabalhos. Obrigado. Obrigado, ministro.

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