
O Auditor-chefe adjunto da Auditoria Especializada em Energia Elétrica (AudElétrica) do Tribunal de Contas da União - TCU abordou o problema estrutural das Áreas de Severa Restrição Operativa (ASRO), onde o crime organizado impede a gestão operacional e a realização de cortes por inadimplência. Explicou o fenômeno da 'espiral da morte', no qual a evasão de consumidores e o aumento de perdas não técnicas pressionam as tarifas, gerando um ciclo vicioso. Defendeu a necessidade de uma atuação transversal do Estado para retomar o domínio territorial e propôs aprimoramentos regulatórios, como a redefinição dos critérios de caracterização das áreas de risco, atualmente baseados em indicadores ineficazes como a entrega de correspondências pelos Correios.
O Auditor-chefe adjunto da Auditoria Especializada em Energia Elétrica (AudElétrica) do TCU apresentou resultados de uma fiscalização sobre a sustentabilidade das distribuidoras de energia, destacando o impacto de fraudes e furtos. O órgão identificou que grandes perdas não técnicas pressionam as tarifas e exigem investimentos crescentes em digitalização e resiliência das redes, mencionando o caso crítico da Amazonas Energia e a atuação regulatória sobre o setor.
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