
A pedagoga e escritora destaca a necessidade de um olhar atento ao bullying, especialmente contra crianças neurodivergentes. Ressalta que a legislação brasileira, como a LDB (alterada pela Lei 13.663/2018), já estabelece o dever das escolas em promover a prevenção e o combate a essa prática dentro do projeto pedagógico, mas aponta uma lacuna crítica na fiscalização da aplicação dessas medidas. A especialista enfatiza que o bullying gera graves impactos na saúde mental, emocional e acadêmica dos estudantes, demandando um preparo especializado dos profissionais da educação para a identificação e prevenção efetiva do fenômeno.
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