
O Psicólogo e escritor discorre sobre o fenômeno da ideação suicida que afeta, especialmente, mães atípicas. Explica que o sofrimento repetitivo gera pensamentos negativos e de autoacusação, que, se não tratados, podem levar a somatizações e ao adoecimento mental e físico. Defende a necessidade de políticas públicas voltadas à saúde mental, destacando que, com suporte profissional e técnicas de gerenciamento de padrões mentais, é possível neutralizar esse quadro e promover a libertação da alma daquelas que sofrem.
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