
A Consultora ad hoc da Comissão do Direito ao Trabalho, Educação e Seguridade Social expôs denúncias recebidas pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos sobre trabalhadores que, recebendo salários inferiores ao mínimo nacional, não tiveram o tempo de contribuição reconhecido para fins previdenciários e assistenciais. Apelou ao Ministério do Trabalho e Emprego por medidas para erradicar essa prática, especialmente entre operadores de teleatendimento.
A CONSULTORA AD HOC DA COMISSÃO DO DIREITO AO TRABALHO, EDUCAÇÃO E SEGURIDADE SOCIAL - CNDH relata a precarização do trabalho no setor de teleatendimento, destacando a jornada exaustiva, metas abusivas, adoecimento profissional e a necessidade de regulamentação da categoria e implementação de um piso salarial nacional.
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