
A Professora Adjunta da Universidade Federal de Minas Gerais e Diretora Adjunta do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da UFMG defende a regulamentação do uso do IFBRM e a capacitação das universidades para sua aplicação, visando garantir direitos, segurança jurídica e equidade.
A Professora Adjunta da Universidade Federal de Minas Gerais e Diretora Adjunta do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da UFMG apresenta a adoção do Índice de Funcionalidade Brasileiro (IFBR) para avaliação biopsicossocial de estudantes com deficiência, destacando a redução de indeferimentos em editais e a necessidade de regulamentação nacional para garantir segurança jurídica e equidade.
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