
A Coordenadora-Geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (CGIST/DATHI) - Ministério da Saúde enfatiza a importância de implementar efetivamente uma agenda voltada à saúde das mulheres. Defende a necessidade de metas, monitoramento, avaliação e a participação coletiva da sociedade civil, científica e demais ministérios. Ressalta a necessidade de recursos orçamentários específicos e destaca a importância da atuação territorial para garantir o acesso a estratégias de prevenção e cuidado no âmbito do SUS, como as ações de profilaxia.
A Coordenadora-Geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (CGIST/DATHI) do Ministério da Saúde apresentou, em audiência pública, a nova agenda de enfrentamento à feminização do HIV, Aids e ISTs. O plano, construído coletivamente com a sociedade civil e órgãos governamentais, visa superar as limitações de um plano anterior de 2007 e responder às vulnerabilidades sociais, regionais e de raça/cor que impactam o acesso ao diagnóstico e tratamento, com ênfase na intersetorialidade, prevenção, cuidado e governança sustentável até 2030.
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