
A pesquisadora da Universidade de Brasília destaca a necessidade de um plano de priorização para a implementação de políticas públicas, ressaltando o desafio de operacionalizar ações e o papel fundamental do Estado participativo. Defende a articulação regional e intersetorial, sugerindo o uso de observatórios para produção de dados e formação profissional. Cita a experiência com a PrEP como exemplo da importância de vencer barreiras de exclusão e enfatiza que a determinação social das doenças deve ser o foco para além da tecnologia.
A pesquisadora da UnB aborda o cenário brasileiro e global sobre a diáspora, destacando as disparidades étnicas presentes em eventos mundiais. Enfatiza o papel da universidade na formação de profissionais e na disputa por projetos societários, ressaltando que as instituições de ensino replicam contradições sociais. Destaca a importância da atuação conjunta entre movimentos sociais, academia e governo em políticas públicas, especialmente no enfrentamento ao racismo, à violência e à desigualdade de gênero, reforçando que a luta pelos direitos humanos deve ser cotidiana para alcançar mudanças estruturais.
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