
O Secretário Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) defende que a melhoria da qualidade da educação pública no Brasil exige, necessariamente, o aumento de investimentos. Argumenta que a carga horária excessiva de trabalho, aliada ao elevado número de estudantes por professor e aos baixos salários, resulta no adoecimento dos profissionais e na desvalorização da categoria, afastando-os da docência. Defende a regulamentação estatal para reduzir o número de alunos em sala de aula, combater a precarização dos contratos temporários e garantir o piso salarial nacional, enfatizando a necessidade de uma escola pública, laica e gratuita.
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