
O participante destaca a importância da participação dos movimentos sociais, especificamente o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas, no avanço da agenda nacional de saúde sexual. Defende a inclusão de mulheres trans e travestis nas políticas públicas, criticando o histórico de invisibilidade e subnotificação dessas populações nos dados epidemiológicos. Aponta a necessidade de transformar diretrizes e diagnósticos em metas concretas, com indicadores de monitoramento, cronogramas e responsabilidades definidas para Estados e Municípios, garantindo que as políticas de saúde saiam do papel e cheguem à ponta, através da participação ativa da sociedade civil.
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