
A participante, profissional do sexo e vivendo com HIV, destaca a importância da Atenção Primária no contexto territorial e a necessidade de fortalecer as redes de saúde. Ela discute a invisibilidade de certas demandas de saúde, como a saúde mental, e enfatiza a urgência de políticas públicas que considerem as vulnerabilidades sociais, incluindo segurança alimentar e habitação, além de defender o reconhecimento da enfermagem e o papel histórico de ativistas na luta contra a Aids.
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