
O Secretário-Executivo - Repórter Brasil discute a necessidade de maior transparência e regulação no crédito privado destinado ao agronegócio. Aponta que, diferentemente do crédito público (como o Plano Safra), o setor privado apresenta assimetria de informações e riscos socioambientais não devidamente mensurados pelos investidores. Relata casos de empresas que, mesmo envolvidas em crimes ambientais e embargos, captaram recursos via instrumentos como o Fiagro, gerando distorções de mercado. Defende que o aperfeiçoamento da legislação e maior clareza sobre a destinação desses recursos são essenciais para uma avaliação de risco adequada pelos investidores.
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