
O Relações Institucionais da União Nacional dos Estudantes defende a importância do Fies como política pública que democratizou o acesso de jovens da classe trabalhadora a cursos historicamente elitizados, como medicina. O representante ressalta que, embora o programa tenha avançado com o aumento do teto de financiamento, a falta de suporte na permanência estudantil — como coparticipação onerosa, custos com materiais práticos e moradia — eleva a inadimplência e a evasão. O discurso enfatiza a necessidade de fortalecer a fiscalização das instituições de ensino privadas e o controle de reajustes das mensalidades para garantir a qualidade da formação profissional.
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