
A estudante da UNB expressou sua indignação com a atuação do Conselho Regional de Educação Física (CREF), criticando a cobrança de taxas e a existência de uma separação entre licenciados e bacharéis na formação acadêmica. Ela defende uma formação unificada e plena, alegando que o conselho deveria focar menos na fiscalização e no lucro. Citou a conquista no Distrito Federal com a Lei 7.877, que impede a atuação do CREF nas escolas, e clamou por uma educação física unificada que assegure a livre docência.
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