
Universidade Federal de Juiz de Fora-MG destacou prioridade na gestão pública, necessidade de unidades de acolhimento e financiamento para moradia digna e centros de convivência. Apói fortalecimento de equipamentos SUS com organizações religiosas, debate sobre modelo de cuidado e estratégia, não religiosidade.
O discurso aborda a necessidade de reforçar e financiar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e critica o financiamento de comunidades terapêuticas privadas sem tipologia. O orador parabeniza parlamentares envolvidos na defesa de políticas de saúde mental e destaca a importância da continuidade na coordenação de saúde mental do governo atual. Ressalta investimentos no novo PAC e a importância do ajuste de custeio. O discurso questiona a prioridade do governo entre financiar serviços públicos ou instituições privadas e chama à ação para ampliar as unidades de acolhimento no Brasil, que são insuficientes para atender a demanda.
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