
Procuradora do Trabalho e Coordenadora Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente destaca importância de educação sexual, cooperação entre órgãos, capacitação de promotores, procuradores e juízes, e responsabilização trabalhista no combate à exploração sexual. Discute-se dificuldades de compartilhamento de provas, baixas condenações por crimes graves e necessidade de mudar percepções sociais sobre exploração sexual e prostituição.
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