
Representante do Grupo Carta de Belém aborda ligação entre crise climática e desigualdades, remetendo à data de 1850, marco da revolução industrial e contagem de gases do efeito estufa, equivalente no Brasil à limitação de acesso à terra para povos negros e indígenas, propondo reflexão sobre origem e influência mútua destes fenômenos.
Representante do Grupo Carta de Belém discutiu educação climática, combatendo negacionismo, defesa de territórios, racialização da ecologia, e participação na política climática. Sua abordagem é popular, crítica, e inclusiva, lutando contra desigualdade e racismo no contexto climático. Educação climática deve ser significativa, não apenas ciência bruta, e não usada para fortalecer iniciativas que reforçam desigualdades existentes.
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