
De colocar a Abex à disposição de todo o senhor pros esclarecimentos e as construções que forem necessárias. Agradeço.
A adesão a contratos pelas instituições financeiras é regulada e supervisionada pelo Banco Central, com normas claras. Todos os brasileiros que possuem débitos concordaram com essas condições. Os produtos financeiros, como cartão de crédito e cheque especial, seguem essa regulação.
Foi estabelecida uma taxa de juros para cinco ou seis anos, mas isso não é razoável. O cartão tem um prazo de validade regulado pelo Banco Central e os contratos anteriores tinham cláusulas semelhantes.
Abecs menciona que o Banco Central lista todas as taxas das instituições financeiras, com limites estabelecidos, e que as taxas de juros do cartão incluem diversas modalidades, não apenas o rotativo. Destaca a regulamentação que obriga os bancos a tornarem públicas as taxas de juros para que os clientes possam ter acesso às informações antes de utilizarem os créditos.
Abecs afirmou que o projeto de lei aprovado limita os juros em cem por cento nas dívidas de cartão, impactando toda a indústria, sem exceções. A restrição é de cem por cento, sem limite de tempo, o que tem gerado problemas.
Abecs defende que instituições financeiras seguem rigorosamente as regras do Conselho Monetário Nacional e que a supervisão do Banco Central assegura a conformidade para prevenir superendividamento. A maioria dos clientes paga suas faturas integralmente, e o débito automático em conta salário não apresenta irregularidades. Abecs se oferece para esclarecimentos.
A Abecs destacou sua atuação no setor de cartões, incluindo grandes bancos, com 53 anos de história e quase cem associados. Em 2023, os cartões corresponderam a 54% do consumo familiar, totalizando 3,7 trilhões de reais em transações, sob regulamentação do Banco Central.
Abecs se apresenta como presidente, agradece ao público e reconhece a importância do momento.
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