
O Diretor Jurídico da Smart Fit defende o debate democrático e a liberdade de iniciativa, criticando o controle de preços como uma ameaça. Ele sugere negociações como solução e destaca a necessidade de incentivos para investimentos em academias, em vez de microgerenciamento.
O Diretor Jurídico - Smart Fit mencionou que a situação é diferente, destacando a relação entre médicos e pacientes, e fez referência a um documento que leu.
O Diretor Jurídico da Smart Fit destacou que não há normas específicas sobre a quantidade de profissionais em academias, comparando a situação com hospitais. Ele afirmou que a regulação excessiva pode prejudicar o mercado, e que a qualidade do atendimento depende do modelo de operação, mencionando academias que funcionam sem instrutores. Ressaltou que a eficácia do serviço deve ser avaliada, e citou exemplos de modelos de academias bem-sucedidas na Europa.
O Diretor Jurídico - Smart Fit mencionou sua atuação na Acade, a Associação Brasileira de Academias, destacando sua responsabilidade na contratação e direcionamento da ação.
O Diretor Jurídico - Smart Fit esclareceu que a academia já oferece serviços ao consumidor, disponibilizando equipamentos e instrutores. O personal trainer é um serviço adicional, distinto, que pode ser contratado, mas não é fornecido pela academia. Destacou que, em mercados mais maduros, como nos EUA, as academias costumam oferecer personal trainers como parte de seus serviços.
Todas as academias devem ter um profissional de educação física, conforme regulamentação. O personal trainer locadora espaço e não é consumidor da academia. A relação é de fornecedores, não de consumo. Questões de inconstitucionalidade referem-se à livre iniciativa, concorrência e propriedade privada, reconhecidas por tribunais. O debate aqui não é sobre competência legislativa, mas sobre essas inconstitucionalidades que podem ser levadas ao Supremo Tribunal Federal.
O Diretor Jurídico da Smart Fit falou sobre sua experiência de 25 anos, enfatizando que a taxa para personal trainers ajuda a filtrar profissionais qualificados e melhorar a gestão. Alertou sobre os problemas de acessos gratuitos e defendeu a liberdade de mercado contra legislações que possam regular o acesso dos personal trainers, considerando sua atuação complementar aos educadores físicos.
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