
O Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul discute o risco residual em áreas afetadas por cheias, destacando a importância da proteção de regiões culturalmente significativas. Menciona a dificuldade financeira das prefeituras para implementar essas proteções, que são custosas, e sugere a realocação de pessoas como uma alternativa, embora cara. Enfatiza a necessidade de considerar a cultura das comunidades nas medidas de proteção.
O Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ressaltou a relevância da drenagem urbana e os custos da dragagem. Destacou a precariedade dos sistemas de drenagem em Porto Alegre, causando enchentes, e a ausência de um órgão responsável pela manutenção, mencionando a extinção do DNOS. Enfatizou a urgência de um ambiente institucional e financiamento para solucionar as questões de infraestrutura.
O Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul destacou a intensificação de enchentes e eventos climáticos, a relevância de medidas para controlar água, a importância de um ambiente institucional para boas práticas de engenharia e planejamento de bacias hidrográficas. Ele finalizou falando sobre dragagem de hidrovias e a necessidade de estudos pertinentes.
O Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul saudou autoridades, falou sobre resiliência utilizando a metáfora da água, compartilhou sua trajetória no Instituto de Pesquisas Hidráulicas, destacou a diminuição de vias navegáveis no estado, defendeu a importância do transporte hidroviário e propôs ações para desafios ambientais e econômicos, além de enfatizar a imprevisibilidade das chuvas extremas e sugerir mudanças para o futuro.
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